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SUMMARY:Parque Dino’s Towers
DESCRIPTION:O mundo mágico dos dinossauros vai invadir o Shopping Estação BH durante as férias. O parque Dino´s Towers traz elementos do período jurássico que encantam crianças e adultos há gerações\, em um circuito divertido de escorregadores iluminados\, jaula do T-Rex e uma piscina com mais de 290 mil bolinhas. Os apaixonados pelos personagens poderão\, ainda\, tirar fotos com o Magic Dino\, um dinossauro mecatrônico com quatro metros de altura. \n“Os dinossauros foram extintos da Terra há milhões de anos e ainda hoje exercem grande fascínio. Filmes e atrações que abordam esse tema são capazes de atrair público maior que outros personagens famosos do universo infantil. No Dino´s Towers adicionamos elementos de aventura e esperamos que o resultado final seja de muita diversão para toda a família”\, ressalta o líder de marketing do Shopping Estação BH\, Rumenigue Marchioro. \nO parque Dino´s Towers está na praça de eventos\, piso L1\, com funcionamento de segunda-feira a sábado\, das 10h às 22h\, e aos domingos e feriados das 12h às 20h. Os ingressos custam R$ 20 por 30 minutos. Já os encontros com o Magic Dino são gratuitos\, por ordem de chegada\, de segunda-feira a sexta\, às 18h\, 19h e 20h\, e aos domingos às 16h\, 17h e 18h. \nServiço\nDino’s Towers\nPeríodo: até 03 de março\nLocal: Praça de Eventos do Shopping Estação BH – piso L1 (Av. Cristiano Machado\, 11833 – Venda Nova)\nIngressos: R$ 20 (sessão de 30 minutos)\nMais informações: (31) 3118-9901 ou pelo site https://www.shoppingestacaobh.com.br/ \nEncontros com o Magic Dino \nSegunda a Sexta: 18h | 19h | 20h\nSábados\, Domingos e Feriados: 16h | 17h | 18h\n*Cada sessão terá 30 minutos de duração e o encontro será por ordem de chegada. O encontro com é gratuito e as fotos de responsabilidade de cada família.
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SUMMARY:Exposição Poteiro\, o Popular e o Público
DESCRIPTION:De 15 de janeiro a 30 de março\, o CCBB BH abriga a exposição “Poteiro\, o Popular e o Público”. A mostra inédita traz para Belo Horizonte 30 obras do artista multidisciplinar português Antônio Poteiro. Além das peças que perpassam a vasta produção do autor\, o público terá acesso\, pela primeira vez\, a fotografias do arquivo pessoal do artista junto a personalidades da cena cultural brasileira\, como Burle Marx e Jorge Amado. \nCom curadoria de Leno Veras\, ele provoca um diálogo entre o crítico e o artista ao jogar luz sobre as questões levantadas pelas obras de Poteiro. A discussão é trazida por episódios da história\, traduzidos por meio das cores e formas livres da representação pictórica conhecida como cultura popular. A estética de Poteiro emerge da linguagem dita “primitivista” e abriga temas nada “ingênuos” (naïf)\, como na série em que a colonização brasileira é revisitada\, da chegada das naus quinhentistas à construção de uma capital modernista. \nCriador de um repertório narrativo amplo e diverso\, Poteiro articula religiosidades e folclores\, histórias e memórias\, experiências e oralidades\, em contínua construção de uma panorama da integração dos imaginários das civilizações que aqui convergiram\, postulando um eixo discursivo que interconecta práticas dissociadas na produção erudita que\, sobretudo por meio da pintura acadêmica\, tardou em contemplar tais processos de integração. \nSobre o artista\nNascido em Braga\, Portugal\, e radicado na capital de Goiás\, Antônio Poteiro fazia cerâmica utilitária antes de conhecer o pintor Siron Franco\, que o incentivou a dedicar parte de seu tempo à pintura. Franciscano – sempre descalço e com longa barba – foi inicialmente classificado como naïf\, sendo logo reconhecido pelos críticos como um pintor de rara inteligência visual. Dedicado às investigações sobre lendas e mitos originários\, esteve por temporadas em comunidades indígenas. De origem humilde\, conseguiu\, devido sua perenidade e experimentação\, reconhecimento de sua produção já na maturidade. \nPoteiro iniciou seu trabalho com o barro\, fazendo potes e vendendo-os para terceiros\, e chegou a realizar diversas exposições nacionais e internacionais. Participou duas vezes da Bienal Internacional de São Paulo (1981 e 1991)\, da Biennalle Internazionale “NAIF”\, Cittá di Como\, Itália (1976) e da V Bienalle Internazionale “NAIFS”\, entre Fiera e Lombardia\, Itália (1980)\, da III Bienal de Havana\, Cuba (1989)\, da III Bienal de Artes de Goiás (1993) e da Bienal Brasileira de Arte “NAIF”\, SESC Piracicaba (1994). Recebendo\, em 1985\, o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria escultura. Em 1987 recebeu a comenda Ofiacialato da Ordem do Mérito\, do governo português. Em 2010\, faleceu em Goiânia\, onde residia desde 1955. \nSobre o curador\nLeno Veras é comunicólogo\, pesquisador e professor\, dedicado à difusão da cultura e divulgação da ciência na esfera pública por meio de práticas curatoriais\, projetos editoriais e programas educacionais\, com foco em teorias dos meios\, escritas de história e sistemas de memória. Atualmente\, desenvolve sua tese de doutoramento na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e\, como pesquisador visitante\, no Instituto Warburg na Escola de Estudos Avançados da Universidade de Londres. \nServiço\nExposição “Poteiro\, o Popular e o Público”\nLocal: CCBB BH (Praça da Liberdade\, 450 – Funcionários)\nData: 15 de janeiro a 30 de março\nHorário: De quarta a segunda\, das 10h às 22h\nEntrada Gratuita
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SUMMARY:Exposição Híbrida
DESCRIPTION:Híbrida – Foto: Divulgação/Paulo Lacerda\nA exposição Híbrida nasce da união entre três grupos de trabalhos individuais produzidos por Carolina Botura\, Giulia Puntel e Julia Panadés. Juntas\, elas compõem uma mostra que\, como a etimologia do nome indica\, gera um cruzamento de fronteiras artísticas e criativas\, dando lugar a um gênero expositivo experimental\, aberto à colaboração e à troca de experiências. \nComo no poema de Anna Maria Maiolino o eu\, o tu e o corpo são elementos que se combinam e formam um novo corpo\, corpo artístico\, corpo território\, corpo de forças\, corpo pele\, feminino-masculino\, corpo híbrido\, corpo humano. Botura\, Puntel e Panadés são artistas que\, cada uma ao seu modo\, interessam-se pelo corpo como força criadora\, mutante\, erótica e sentimental. \nEm “Adoraria Gritar mas Minha Boca está Cheia”\, Giulia propõe uma reflexão sobre os corpos super-expostos\, sem identidade\, mas atravessados por uma construção fantástica de imagens que se estabelecem e se completam a partir dos encontros e relações. Suas pinturas deixam espaço para o mistério\, para uma tensão criada\, não pelo que se vê\, mas\, principalmente\, pelo que está escondido ou prestes a acontecer. É a partir do imaginável e da troca com nossa própria percepção de vida que a obra se completa\, na atmosfera densa resultante do desconhecido\, na busca por uma narrativa de mundo mais libertadora. \nEla\, a criação\, é a força motora das obras de Julia. “Corpo em Obra” nomeia o conjunto de trabalhos em seda\, linho\, algodão\, linha e madeira. Poemas bordados\, dobras\, rasgos\, e tecidos sobrepostos geram uma escultura penetrável\, o vestido-tenda Cartilha da Cura\, além de uma série de bandeiras instaladas sobre as paredes\, as Flâmulas Fêmeas e as Flâmulas em Bando. Elas apresentam\, como traço comum\, uma diversidade de formas\, entre fendas e dobras\, evocando a anatomias possíveis. A outra série\, Flâmulas do Naufrágio\, apresenta livro-poemas cujos versos bordados são distribuídos sobre as camadas de tecido sobrepostas. As peças convidam à manipulação\, gerando uma leitura dilatada dos sentidos\, pouco a pouco revelados: ’Intimidade / é uma casa pequena’; ‘Nem só má / Nem só terna / Materna’; ‘Ela/ Desfazia o que tecia / como oferta ao recomeço.’ As obras de Julia afirmam a posição da mulher em sua força criadora\, tanto no campo da arte\, quanto na geração da vida\, sem reforçar o estereótipo da mulher domesticada por funções sociais e biológicas. \nNa instalação ‘Amantes’\, composta por pinturas\, litogravuras\, esculturas e vídeos\, Carolina aponta em suas obras a equalização das energias complementares femininas e masculinas como um caminho para o autoconhecimento e o equilíbrio entre e além gêneros. Somos todos luz e escuridão\, vida e morte\, consciente e inconsciente\, suavidade e dureza e\, justamente neste cruzamento em busca do equilíbrio é que as obras de Botura ganham força. Na união entre o profano e o sagrado\, o misticismo e o realismo evidencia-se a plasticidade das relações corporais e interpessoais. Dos vidros soprados surgem o ovo\, o útero\, os ovários e o pênis; a dupla estrutura do corpo\, sexual\, renascido e valorizado. Na busca da expansão da consciência encontra-se então o amor e a compaixão\, a fusão natural entre os seres e\, consequentemente\, o enlace. \n“É na conversa e nas zonas de silêncio que esses corpos de trabalhos poderão gerar criações híbridas\, singulares e partilhadas através do convívio entre universos simbólicos distintos\, e também correlatos. Uma galeria viva\, cujo espaço-tempo possível é nutrido por encontros e alianças entre o eu\, o tu e os novos corpos emergentes” explica Laura Barbi. \nA mostra integra a quinta edição do Programa ARTEMINAS\, Narrativas Femininas – Sou aquilo que não foi ainda. \nServiço\nHÍBRIDA\nCarolina Bortura\, Giulia Puntel e Julia Panadês\nLocal: Galerias Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima / Palácio das Artes: Av. Afonso Pena\, 1537. Centro. Belo Horizonte\nDe terça a sábado\, das 9h30 às 21h; domingo\, das 16h às 21h\nAté 08 de março de 2020\nClassificação: Livre\nInformações para o público: 31 3236-7400
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SUMMARY:9º Festival do Japão
DESCRIPTION:A próxima edição do Festival do Japão em Minas já está sendo preparada e terá como ambientação a era “Reiwa”\, nome dado ao novo período imperial do Japão. Serão três dias de muitas atrações e atividades para o público assimilar as mais belas tradições e manifestações da cultura japonesa. Para 2020\, é esperado um público de mais de 25 mil pessoas. \n“Reiwa” simboliza a união de dois ideogramas que significam ordem e harmonia\, uma aposta na positividade e esperança. É assim que o governo do Japão contempla a nova era imperial “Reiwa”\, que acompanha o reinado de Naruhito\, 126º imperador japonês que ascendeu ao trono em maio deste ano após a abdicação de seu pai Akihito\, na primeira cessão do trono nipônico em mais de 200 anos. \nAs datas escolhidas são 28 e 29 de fevereiro e 1º de março e novamente o Expominas no bairro da Gameleira\, em Belo Horizonte\, sediará o festival. Seu objetivo primordial é apresentar a cultura japonesa para o público mineiro e ampliar os laços entre o estado de Minas Gerais e o Japão. O evento se empenha em ser o canal que une perfeitamente as tradições milenares nipônicas com as mineiras. \nTemáticas de 2020\nO 9º Festival trabalhará com a temática dos leques e do Ukiyo-ê. Os tradicionais leques têm permeado a cultura japonesa ao longo de sua história e passaram a se popularizar entre a população a partir do século 16. \nComo tudo no Japão\, o leque também tem seu simbolismo: sua extremidade simboliza o nascimento\, enquanto suas lâminas simbolizam os muitos caminhos possíveis que nos deparamos na nossa vida. Assim\, serão apresentados durante o festival os dois tipos de leques japoneses\, o dobrável (OGI ou SENSU) e não o dobrável (UCHIWA)\, suas variações\, estilos\, cores e diferenças. \nA xilogravura possui características como o refinamento e o intimismo\, com a magnífica junção de delicadeza e intensidade. A gravura japonesa Ukiyo-ê é pintada a mão\, uma manifestação artística autêntica do povo comum da cidade do Edo\, conhecida hoje como Tóquio. \nO gênero mais difundido foi a xilogravura\, ou a arte de gravar em madeira\, nos primeiros tempos só em preto e branco. Ao final do século XVIII\, a técnica foi aperfeiçoada\, possibilitando utilizar várias cores\, onde o Ukiyo-ê atingiu o seu período de ouro. \nConhecida como “Japonismo”\, a influência da arte Ukiyo-ê de desenhar no impressionismo francês e na Europa e no desenvolvimento de novas técnicas do realismo. Apesar de pintada a mão\, suas cópias se tornaram conhecidas e amplamente valorizadas e poderão ser apreciadas pelo público do evento. \nAtrações especiais\nO 9º Festival será montado em uma estrutura de 20 mil metros quadrados\, que abrigará o palco principal com inúmeras apresentações artísticas e sociais\, como concursos musicais\, áreas institucionais\, empresariais e comerciais. Haverá também espaço dedicado a expositores de produtos artesanais e artesanatos típicos\, demonstrações e degustações de lançamento de produtos para o mercado mineiro\, áreas de games\, artes marciais\, experimentação de baseball\, espaço kids\, além de área de saúde e espaço da cultura pop. \nA festa também apresenta atividades tradicionais como a cerimônia do chá\, ikebana\, exposições de Ukiyo-ê e de leques\, hinamatsuri\, campeonatos de hashi e kendama\, oficinas gratuitas\, além da praça de alimentação. \nEste evento é uma realização escritório do Cônsul Geral Honorário do Japão em Belo Horizonte\, do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e da Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil Japão – ACCTBJ. \nNúmeros de 2019\nEste ano\, a 8ª edição do Festival do Japão em Minas recebeu a presença de mais de 200 autoridades federais\, estaduais\, municipais\, institucionais\, empresários e convidados em sua solenidade de abertura. \nOutro destaque foram as homenagens prestadas aos ex-bolsistas da JICA e das corporações da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Minas Gerais\, que atuaram no exercício de suas funções\, evidenciados nos trabalhos na tragédia de Brumadinho. \n\n20 empresas e instituições apoiadoras\nSorteio de 02 passagens aéreas para o Japão\nConcurso Miss Nikkey Minas Gerais\nConcurso de Cosplay e Moda Harajuku\n+ de 13 oficinas ministradas gratuitamente\n+ de 2.300 pessoas capacitadas\n+ de 15 apresentações na área de cultura pop oriental\n+ 1.800 ingressos disponibilizados para escolas públicas municipais\n6 exposições temáticas\n+ de 60 bazaristas\nCampeonato de hashi e games\nÁreas de alimentação\nEspaço kids e baseball\n+ de 600 participantes no 10º Seminário Internacional de Policiamento Comunitário – sistema Koban\, com a presença do Secretário Nacional de Segurança\, General de Exército Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira\, além dos comandantes militares de diversos níveis do estado de Minas Gerais.\n\n9º Festival do Japão em Minas\nData: 28 e 29 de fevereiro e 1º de março de 2020\nLocal: Expominas – Belo Horizonte\nwww.festivaldojapaominas.com.br
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