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SUMMARY:Exposição Chichico Alkmim
DESCRIPTION:Toda a beleza e força do retrato social brasileiro foram registradas pelo fotógrafo mineiro Francisco Augusto de Alkmim\, cujas obras ocupam a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard\, no Palácio das Artes\, a partir de 9 de novembro. \nA aclamada exposição Chichico Alkmim\, Fotógrafo\, uma parceria com o Instituto Moreira Salles (IMS)\, possui curadoria do escritor e consultor de Literatura do IMS Eucanaã Ferraz\, e abrange todos os anos de produção do artista em Diamantina (MG). Em meio ao conjunto de 251 fotografias feitas durante a primeira metade do século passado\, a exposição perpassa a construção social\, racial e histórica do povo mineiro. \nHá quatro anos\, o acervo de Chichico – composto por mais de cinco mil negativos em vidro e fotografias originais de época – chegou ao Instituto Moreira Salles e foi exposto na capital carioca\, em 2017\, na mostra homônima que hoje chega à Minas Gerais. A exposição\, que também já passou pelo IMS São Paulo (São Paulo) e IMS Poços (Poços de Caldas)\, busca inserir o artista no âmbito dos grandes fotógrafos brasileiros. \nDe acordo com Eliane Parreiras\, presidente da Fundação Clóvis Salgado\, é grande o orgulho em receber um acervo dessa magnitude. “Temos imensa honra em receber o acervo desse importante artista mineiro e disponibilizá-lo para o público que\, certamente\, irá se identificar com a história do Chichico e\, principalmente\, com a forma como Minas Gerais é retratada em suas imagens”\, comemora. \nEliane Parreiras destaca também que a exposição Chichico Alkmim\, Fotógrafo é um marco histórico da retomada da parceria entre a Fundação Clóvis Salgado e o Instituto Moreira Sales\, que se desdobrará em várias ações a partir de 2020. \nA abertura da exposição\, no dia 8\, contará com atrações como a apresentação do Grupo de Choro Olho de Sogra\, a exibição do filme Terra deu\, terra come\, e a participação dos fotógrafos lambe-lambes Roberto e Ronaldo Silva\, que são irmãos e atuam há mais de 20 anos no Parque Municipal de Belo Horizonte. Os fotógrafos farão o registro do evento e entregarão as fotos instantaneamente. \nO filme Terra Deu\, Terra Come (2010)\, do mineiro Rodrigo Siqueira\, será exibido às 17h\, no Cine Humberto Mauro. O documentário narra a trajetória de Pedro de Alexina\, um dos poucos moradores da região do quilombo Quartel do Indaiá\, em Diamantina\, região onde Chichico Alkmim passou sua infância e juventude. O longa\, segundo Eucanaã\, possui forte relação com a exposição e a preservação da memória de Diamantina e seus arredores. \nFotografia e tradição – Além de casamentos\, velórios\, batizados\, entre outras inúmeras passagens que marcaram a vida do povo de Diamantina\, Chichico se dedicou a fotografar a vida musical da cidade. Na mostra\, serão expostos também cinco discos 78 RPM\, com as obras de compositores da época do Império\, como Ernesto Nazareth\, até canções do maranhense Catulo da Paixão. Os visitantes poderão ouvir as canções e observar os registros de seresteiros\, grupos de jazz\, estudantes de música e bandas escolares/militares fotografados pelo artista. \nSegundo Eucanaã Feraz\, Chichico dá continuidade à tradição de fotógrafos do século 19\, trabalhando em um diálogo com a linguagem tradicional fotográfica e adicionando sua contribuição pessoal em cada retrato. É essa contribuição que\, segundo o curador\, traz ao primeiro plano a vida dos modelos fotografados. “Há uma presença física\, psíquica e emotiva muito presente em todas as imagens”\, explica Eucanaã. \nAutodidata na fotografia\, Chichico estabeleceu-se em Diamantina no período em que a cidade já sofria com o intenso período de exploração garimpeira. Ensinou o que sabia a Assis Horta\, colega fotógrafo conhecido por retratar democraticamente trabalhadores que adquiriam\, pela primeira vez\, a carteira de trabalho\, cuja obra também foi apresentada no Palácio das Artes. Ao final de 2019\, é a vez do acervo do expoente da fotografia mineira\, celebrado desde a publicação de O olhar eterno de Chichico Alkmim (2005) – primeiro livro com as imagens do artista – ocupar a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard. \nO ateliê é o mundo – A exposição distribui a produção do fotógrafo cronologicamente\, convidando o expectador a explorar a composição da obra de Chichico\, que se tornou mais complexa ao longo dos anos. O primeiro momento da mostra reúne uma série de personagens fotografados em sua maioria individualmente\, de corpo inteiro\, apresentados ao visitante em tamanho real. Segundo Eucanaã\, as fotografias foram feitas somente em estúdio e ampliadas em grande dimensão\, criando a noção de frontalidade. É o cartão de visitas da exposição\, que segue ampliando a visão do fotógrafo e convida o visitante a adentrar no universo diamantinense. \nChichico nunca se limitou a retratar apenas a burguesia\, e teve como modelos os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo\, ao comércio e também à indústria. Eucanaã atribui destaque aos retratos dos ex-escravos e seus descendentes\, que passaram a se individualizar e a emergir nas fotografias feitas pelo artista. “Nas imagens produzidas por Chichico\, não há um vislumbre da imagem dos escravos pela ótica do exotismo\, de um exemplar racial submisso\, e sim pela capacidade de retrata-los como qualquer pessoa em seu ambiente de convivência”\, explica\, destacando a importância dos registros feitos em uma das cidades que abrigava o maior número de negros de Minas Gerais. \nO segundo passo da mostra também reúne fotografias feitas em estúdio\, em menor dimensão. Se na primeira passagem o visitante se depara com retratos individuais ou em dupla\, o segundo momento já reúne imagens de grupos maiores\, em cenas construídas com apuro no cenário\, no vestuário\, e grande técnica na captação da luminosidade natural. \nCrônicas do cotidiano – Chichico não se limitou a fotografias dentro do estúdio. É dessa capacidade de captar as cenas do dia a dia que se trata a terceira parte da exposição\, uma bela amostragem de imagens onde a cidade de Diamantina e seus arredores aparecem em paisagens. Nas fotografias\, quase nunca há ausência de figura humana\, e cada imagem se mostra como um conto. \nPosteriormente\, a mostra segue com fotografias selecionadas a partir da noção de montagem fotográfica. Diferente das imagens apresentadas na passagem anterior\, as fotografias dessa série utilizam a paisagem – comércio\, bares\, alfaiatarias\, festas – como um fundo\, e Chichico trabalha os elementos para que eles assumam a mesma lógica de composição das pinturas utilizadas ao fundo das imagens no estúdio. \nA última série da exposição convida o visitante a observar uma esplanada de rostos\, e\, possivelmente\, se identificar com eles: são retratos com expressões variadas\, com modelos de inúmeras constituições sociais. Segundo Eucanaã\, esse momento da exposição conserva um hábito praticado pelo fotógrafo. “Chichico aproveitava os negativos de vidro para realizar mais de uma fotografia. A revelação\, portanto\, continha mais de um retrato em uma só chapa”\, explica. A exposição mantém a imagem do negativo inteiro\, preservando a sensação de encontro entre diferentes fotografias – e\, ao mesmo tempo\, entre duas figuras distintas. Os rostos também estarão dispostos ao fundo da Grande Galeria\, em uma plotagem que reúne variadas fotografias posicionadas lado a lado. Com um efeito de transparência\, as imagens terão iluminação especial durante a noite. \n  \nFrancisco Augusto de Alkmim (1886-1978) – Francisco Augusto de Alkmim nasceu em Bocaiúva (Minas Gerais)\, filho de Herculano Augusto d’Alkmim e Luiza Gomes d’Alkmim. Em 1913\, casou-se com Maria Josephina Neta Alkmim\, com quem teve seis filhos. Aprendeu a fotografar no início da década de 1900 e em 1910 mudou-se para Diamantina\, instalando provisoriamente seu primeiro estúdio. Em 1920\, estruturou seu estúdio profissional e um laboratório fotográfico em sua residência. Utilizou principalmente negativos de vidro emulsionados com nitrato de prata. Aposentou-se em 1955\, aos 69 anos. \n  \nEucanaã Ferraz (1961-) – Poeta carioca que publicou os livros Desassombro (2002)\, Rua do mundo (2004)\, Cinemateca (2008)\, Sentimental (2012) e Escuta (2015). Para o público infanto-juvenil\, publicou Poemas da Iara (2008)\, Bicho de sete cabeças e outros seres fantásticos (2009)\, e Palhaço\, macaco\, passarinho (2011). É professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro e desde 2010 atua como consultor de literatura do Instituto Moreira Salles\, em São Paulo\, onde elabora publicações\, exposições\, debates\, cursos e espetáculos. Organizou\, entre outros\, os livros de Caetano Veloso\, Letra só (2001) e O mundo não é chato (2005); reuniu poemas e letras de canção na antologia Veneno antimonotonia (2005); após preparar a Poesia completa e prosa de Vinicius de Moraes (2004)\, passou a coordenar a edição das obras do poeta para a Companhia das Letras. Publicou\, na coleção Folha Explica\, o volume Vinicius de Moraes (2006). \nEste evento tem\, correalização da Appa – Arte e Cultura.
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LOCATION:Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard\, Av. Afonso Pena\, 1537. Centro. Belo Horizonte\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30130-004\, Brasil
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SUMMARY:Man Ray em Paris
DESCRIPTION:Esta retrospectiva\, apresentada pela primeira vez no Brasil\, procura abranger a imensa e multiforme obra de Man Ray. Conhecido principalmente por sua fotografia\, mas também criador de objetos\, realizador de filmes e faz-tudo genial\, Man Ray chega a Paris em 1921\, onde permanece até a Segunda Guerra Mundial e para onde retorna definitivamente em 1951. Foi nessa cidade que sua arte original se desenvolveu e mais repercutiu. \nEsta exposição elucida\, por meio de quase 250 obras\, a lenta maturação de Man Ray\, bem como apresenta um panorama completo de sua criatividade. Das primeiras obras dadaístas ao retrato e à paisagem\, da moda às imagens surrealistas\, de seus trabalhos comerciais a uma seleção de seus objetos e filmes\, e à sua vontade de revelar outra realidade\, reúnem-se nesta exposição toda a complexidade e a riqueza do que ele nos legou.
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LOCATION:CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte\, Praça da Liberdade\, 450 – Funcionários\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30140-010\, Brasil
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SUMMARY:46ª Campanha de Popularização Teatro & Dança
DESCRIPTION:De 3 de janeiro a 16 de fevereiro\, Belo Horizonte irá receber a 46ª edição da Campanha de Popularização Teatro & Dança. Serão mais de 150 espetáculos de teatro adulto\, infantil e dança\, sendo 52 estreantes\, com atrações para todos os gostos e idades. Ao todo\, a Campanha promoverá cerca de 1.000 sessões a preços populares em diversos espaços da cidade. Neste ano\, além de BH\, outras seis cidades também receberão atrações: Betim\, Contagem\, Confins\, Juiz de Fora\, Ribeirão das Neves e Sete Lagoas. Outra novidade será a instalação de dois novos postos de venda de ingressos – os Shoppings Oiapoque em BH e Contagem. \nCom o slogan “Você na Campanha”\, nesta edição o objetivo dos organizadores é aproximar o evento das pessoas e mostrar que todas elas fazem parte do projeto\, seja como público\, como artista ou prestador de serviços. Rômulo Duque\, presidente do Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc) ressalta a satisfação de realizar mais uma edição da Campanha. “Para nós é uma honra saber que nesses 46 anos de realização do projeto\, conseguimos conquistar os corações dos belo-horizontinos e transformar a Campanha num dos principais eventos da cidade. Nosso objetivo é seguir proporcionando ao público a oportunidade de terem acesso à cultura\, de forma democrática\, e com ingressos a preços populares”\, salienta. \nA Campanha de Popularização Teatro & Dança é uma realização do Sinparc e conta com o patrocínio da  Copasa\, Unimed BH\, Usiminas\, Cemig\, Rede Globo\, Olé Consignado e Cimento Nacional. \nEspetáculos \nIntegram a programação espetáculos de drama\, comédia\, infantis\, dança contemporânea e clássica\, stand-ups\, mostras especiais e teatro de rua\, contabilizando mais de 150 atrações\, sendo 52 delas inéditas na Campanha. Serão mais de 1.000 sessões em diversos espaços da cidade. \nComo nas demais edições\, a acessibilidade segue sendo uma das preocupações do evento e\, por isso\, algumas peças contarão com acessibilidade física\, visual e auditiva (consulte a programação para saber mais). \nIngressos \nOs valores dos ingressos variam entre R$10\, R$15\, R$17 e R$20\, conforme o espetáculo. Esses valores são promocionais para ingressos adquiridos nos Postos de Venda e pela internet\, no site vaaoteatromg.com.br. Na bilheteria dos teatros\, os preços variam de acordo com cada produção. \nPOSTOS DE VENDA (A partir do dia 03 de janeiro) \nPosto Mercado das Flores\nAv. Afonso Pena\, 1055 (esquina com Rua da Bahia) Seg a Sáb das 10h às 19h\, Dom das 10h às 18h\n \nPosto Shopping Cidade (G5)\nRua Tupis\, 337 – Centro\nSeg a Sáb das 10h às 19h\, Dom das 10h às 18h\n \nPosto Shopping Pátio Savassi (Piso L3)\nAv. do Contorno\, 6.061 – Funcionários\nSeg a Sáb das 12h às 19h\, Dom das 14h às 18h\n \nPosto Shopping Estação BH (Piso 2)\nAv. Cristiano Machado\, 11.833 – Venda Nova Seg a Sáb das 12h às 19h\, Dom das 14h às 18h \nPosto Shopping Oiapoque BH (Piso 2 – Box J106) \nAv. Oiapoque\, 156 – Centro Seg a Sáb das 10h às 19h\, Dom das 09h às 15h \nBETIM – Posto Partage Shopping Betim (2o Piso)\nRodovia Fernão Dias km 492\, 601\nSeg a Sáb das 12h às 19h \, Dom das 14h às 18h \nCONTAGEM \nPosto Itaú Power Shopping (2o Piso)\nAv. General David Sarnoff\, 5160 – Cidade Industrial Seg a Sáb das 12h às 19h\, Dom das 14h às 18h \nPosto Shopping Oiapoque Contagem (Térreo- Box 275) \nRua Mario vital\, 168 – Eldorado Seg a Sáb das 10h às 19h\, Dom das 09h às 15h \n  \nINGRESSOS ONLINE: \nIngressos sem fila e pelos mesmos preços praticados nos postos de venda da Campanha. Observação: SEM TAXAS
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SUMMARY:Parque Dino’s Towers
DESCRIPTION:O mundo mágico dos dinossauros vai invadir o Shopping Estação BH durante as férias. O parque Dino´s Towers traz elementos do período jurássico que encantam crianças e adultos há gerações\, em um circuito divertido de escorregadores iluminados\, jaula do T-Rex e uma piscina com mais de 290 mil bolinhas. Os apaixonados pelos personagens poderão\, ainda\, tirar fotos com o Magic Dino\, um dinossauro mecatrônico com quatro metros de altura. \n“Os dinossauros foram extintos da Terra há milhões de anos e ainda hoje exercem grande fascínio. Filmes e atrações que abordam esse tema são capazes de atrair público maior que outros personagens famosos do universo infantil. No Dino´s Towers adicionamos elementos de aventura e esperamos que o resultado final seja de muita diversão para toda a família”\, ressalta o líder de marketing do Shopping Estação BH\, Rumenigue Marchioro. \nO parque Dino´s Towers está na praça de eventos\, piso L1\, com funcionamento de segunda-feira a sábado\, das 10h às 22h\, e aos domingos e feriados das 12h às 20h. Os ingressos custam R$ 20 por 30 minutos. Já os encontros com o Magic Dino são gratuitos\, por ordem de chegada\, de segunda-feira a sexta\, às 18h\, 19h e 20h\, e aos domingos às 16h\, 17h e 18h. \nServiço\nDino’s Towers\nPeríodo: até 03 de março\nLocal: Praça de Eventos do Shopping Estação BH – piso L1 (Av. Cristiano Machado\, 11833 – Venda Nova)\nIngressos: R$ 20 (sessão de 30 minutos)\nMais informações: (31) 3118-9901 ou pelo site https://www.shoppingestacaobh.com.br/ \nEncontros com o Magic Dino \nSegunda a Sexta: 18h | 19h | 20h\nSábados\, Domingos e Feriados: 16h | 17h | 18h\n*Cada sessão terá 30 minutos de duração e o encontro será por ordem de chegada. O encontro com é gratuito e as fotos de responsabilidade de cada família.
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SUMMARY:Composições - uma história fotográfica do Jazz em BH
DESCRIPTION:De 08 de janeiro a 15 de fevereiro no SESI Museu de Artes e Ofícios em Belo Horizonte\, o fotógrafo mineiro Leonardo Ramos apresenta “Composições – uma história fotográfica do Jazz em BH”. A exposição\, como o nome sugere\, é uma experimentação de linguagens fotográficas e formas narrativas da história do Jazz na capital mineira. “Uma história nunca antes registrada e que visa construir uma linha imagética/diegética sobre a qual se sustente um acervo fotográfico do Jazz que acontece em bares de Belo Horizonte\, remontando às origens do estilo em clubes nos Estados Unidos”\, explica Leonardo. O trabalho retrata também o artesanato cotidiano dos instrumentistas que mantêm o Jazz vivo e popular para além do movimento organizado dos festivais ou do acesso restrito dos teatros. A entrada para exposição é gratuita. \nCom formação em Música e Literatura\, o fotojornalista Leonardo Ramos tem ambas as principais influências para a incursão no mundo da fotografia urbana. Atuante na cena musical belorizontina entre os anos de 2005 e 2016 em diversas bandas autorais\, passou a compreender como o registro fotográfico é importante para a memória cultural das cidades: além da consequência dos processos artísticos vivenciados\, fotografar é também a escolha de um caminho a ser construído. É sua primeira exposição fotográfica. \n“Há não mais que vinte anos\, existe um movimento organizado\, de festivais como o Savassi Jazz\, BH Jazz e I Love Jazz\, que busca re-popularizar o estilo\, trazendo nomes de grande destaque no cenário musical brasileiro e internacional para tocar em praças e locais públicos gratuitamente. Porém\, há muito mais tempo\, os músicos da cena belorizontina estão\, diariamente\, executando e construindo o Jazz como ele é: um ritmo popular\, urbano e acessível. Célio Balona\, Chico Amaral\, Toninho Horta\, ao lado de uma geração que acaba de chegar\, com nomes como Felipe Vilas Boas\, Gabriel Bruce e Deangelo Silva\, são alguns dos músicos que participam dessa construção”\, explica Leonardo Ramos. \nAbertura\nO lançamento da exposição terá apresentação do Projeto Quarta Jazz que é formado por: João Machala\, Breno Mendonça\, Gabriel Bruce\, Aloísio Hora e Expedito Andrade. E marca também o lançamento digital do Circuito de Jazz. O Circuito é um mapeamento da cidade em busca de estabelecimentos que abrem suas portas para o jazz\, e tem como intuito promover um roteiro turístico da cultura jazzística local. Instagram: @circuitodejazz \n“Em Belo Horizonte há em torno de 30 casas que têm o jazz em suas programações”\, cita Karla Danitza\, idealizadora e coordenadora do projeto. A campanha para lançamento e promoção do Circuito de Jazz é uma parceria com o Savassi Festival. Em 2020\, o Fotografe o Jazz\, edital que compõe a programação do festival\, será lançado na exposição\, como convite à expansão dos olhares para o jazz que circula na cidade. \nAinda como programação da exposição e de olho na cena local\, no dia 1º de fevereiro\, sábado\, o Bloco Magnólia faz um ensaio aberto no Hall do Museu. Inspirado nos cortejos de Jazz de Nova Orleans\, o Magnólia nasceu em Beagá e já é programação garantida no carnaval da cidade. \nSERVIÇO \nDe 08 de janeiro a 15 de fevereiro\nGaleria L – Sala 4\nPça. Rui Barbosa 600 (Praça da Estação) Centro | Belo Horizonte MG\nAbertura dia 08 de janeiro às 11h com apresentação do Projeto Quarta Jazz que é formado por: João Machala (trombone)\, Breno Mendonça (sax)\, Gabriel Bruce (bateria)\, Aloísio Horta (baixo) e Expedito Andrade (guitarra). Link para ingresso: Garanta seu ingresso aqui
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LOCATION:Museu de Artes e Ofícios\, Praça Rui Barbosa\, 600 - Centro\, Belo Horizonte - MG\,\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30160-000\, Brasil
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SUMMARY:Exposição Poteiro\, o Popular e o Público
DESCRIPTION:De 15 de janeiro a 30 de março\, o CCBB BH abriga a exposição “Poteiro\, o Popular e o Público”. A mostra inédita traz para Belo Horizonte 30 obras do artista multidisciplinar português Antônio Poteiro. Além das peças que perpassam a vasta produção do autor\, o público terá acesso\, pela primeira vez\, a fotografias do arquivo pessoal do artista junto a personalidades da cena cultural brasileira\, como Burle Marx e Jorge Amado. \nCom curadoria de Leno Veras\, ele provoca um diálogo entre o crítico e o artista ao jogar luz sobre as questões levantadas pelas obras de Poteiro. A discussão é trazida por episódios da história\, traduzidos por meio das cores e formas livres da representação pictórica conhecida como cultura popular. A estética de Poteiro emerge da linguagem dita “primitivista” e abriga temas nada “ingênuos” (naïf)\, como na série em que a colonização brasileira é revisitada\, da chegada das naus quinhentistas à construção de uma capital modernista. \nCriador de um repertório narrativo amplo e diverso\, Poteiro articula religiosidades e folclores\, histórias e memórias\, experiências e oralidades\, em contínua construção de uma panorama da integração dos imaginários das civilizações que aqui convergiram\, postulando um eixo discursivo que interconecta práticas dissociadas na produção erudita que\, sobretudo por meio da pintura acadêmica\, tardou em contemplar tais processos de integração. \nSobre o artista\nNascido em Braga\, Portugal\, e radicado na capital de Goiás\, Antônio Poteiro fazia cerâmica utilitária antes de conhecer o pintor Siron Franco\, que o incentivou a dedicar parte de seu tempo à pintura. Franciscano – sempre descalço e com longa barba – foi inicialmente classificado como naïf\, sendo logo reconhecido pelos críticos como um pintor de rara inteligência visual. Dedicado às investigações sobre lendas e mitos originários\, esteve por temporadas em comunidades indígenas. De origem humilde\, conseguiu\, devido sua perenidade e experimentação\, reconhecimento de sua produção já na maturidade. \nPoteiro iniciou seu trabalho com o barro\, fazendo potes e vendendo-os para terceiros\, e chegou a realizar diversas exposições nacionais e internacionais. Participou duas vezes da Bienal Internacional de São Paulo (1981 e 1991)\, da Biennalle Internazionale “NAIF”\, Cittá di Como\, Itália (1976) e da V Bienalle Internazionale “NAIFS”\, entre Fiera e Lombardia\, Itália (1980)\, da III Bienal de Havana\, Cuba (1989)\, da III Bienal de Artes de Goiás (1993) e da Bienal Brasileira de Arte “NAIF”\, SESC Piracicaba (1994). Recebendo\, em 1985\, o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria escultura. Em 1987 recebeu a comenda Ofiacialato da Ordem do Mérito\, do governo português. Em 2010\, faleceu em Goiânia\, onde residia desde 1955. \nSobre o curador\nLeno Veras é comunicólogo\, pesquisador e professor\, dedicado à difusão da cultura e divulgação da ciência na esfera pública por meio de práticas curatoriais\, projetos editoriais e programas educacionais\, com foco em teorias dos meios\, escritas de história e sistemas de memória. Atualmente\, desenvolve sua tese de doutoramento na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e\, como pesquisador visitante\, no Instituto Warburg na Escola de Estudos Avançados da Universidade de Londres. \nServiço\nExposição “Poteiro\, o Popular e o Público”\nLocal: CCBB BH (Praça da Liberdade\, 450 – Funcionários)\nData: 15 de janeiro a 30 de março\nHorário: De quarta a segunda\, das 10h às 22h\nEntrada Gratuita
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SUMMARY:Exposição Híbrida
DESCRIPTION:Híbrida – Foto: Divulgação/Paulo Lacerda\nA exposição Híbrida nasce da união entre três grupos de trabalhos individuais produzidos por Carolina Botura\, Giulia Puntel e Julia Panadés. Juntas\, elas compõem uma mostra que\, como a etimologia do nome indica\, gera um cruzamento de fronteiras artísticas e criativas\, dando lugar a um gênero expositivo experimental\, aberto à colaboração e à troca de experiências. \nComo no poema de Anna Maria Maiolino o eu\, o tu e o corpo são elementos que se combinam e formam um novo corpo\, corpo artístico\, corpo território\, corpo de forças\, corpo pele\, feminino-masculino\, corpo híbrido\, corpo humano. Botura\, Puntel e Panadés são artistas que\, cada uma ao seu modo\, interessam-se pelo corpo como força criadora\, mutante\, erótica e sentimental. \nEm “Adoraria Gritar mas Minha Boca está Cheia”\, Giulia propõe uma reflexão sobre os corpos super-expostos\, sem identidade\, mas atravessados por uma construção fantástica de imagens que se estabelecem e se completam a partir dos encontros e relações. Suas pinturas deixam espaço para o mistério\, para uma tensão criada\, não pelo que se vê\, mas\, principalmente\, pelo que está escondido ou prestes a acontecer. É a partir do imaginável e da troca com nossa própria percepção de vida que a obra se completa\, na atmosfera densa resultante do desconhecido\, na busca por uma narrativa de mundo mais libertadora. \nEla\, a criação\, é a força motora das obras de Julia. “Corpo em Obra” nomeia o conjunto de trabalhos em seda\, linho\, algodão\, linha e madeira. Poemas bordados\, dobras\, rasgos\, e tecidos sobrepostos geram uma escultura penetrável\, o vestido-tenda Cartilha da Cura\, além de uma série de bandeiras instaladas sobre as paredes\, as Flâmulas Fêmeas e as Flâmulas em Bando. Elas apresentam\, como traço comum\, uma diversidade de formas\, entre fendas e dobras\, evocando a anatomias possíveis. A outra série\, Flâmulas do Naufrágio\, apresenta livro-poemas cujos versos bordados são distribuídos sobre as camadas de tecido sobrepostas. As peças convidam à manipulação\, gerando uma leitura dilatada dos sentidos\, pouco a pouco revelados: ’Intimidade / é uma casa pequena’; ‘Nem só má / Nem só terna / Materna’; ‘Ela/ Desfazia o que tecia / como oferta ao recomeço.’ As obras de Julia afirmam a posição da mulher em sua força criadora\, tanto no campo da arte\, quanto na geração da vida\, sem reforçar o estereótipo da mulher domesticada por funções sociais e biológicas. \nNa instalação ‘Amantes’\, composta por pinturas\, litogravuras\, esculturas e vídeos\, Carolina aponta em suas obras a equalização das energias complementares femininas e masculinas como um caminho para o autoconhecimento e o equilíbrio entre e além gêneros. Somos todos luz e escuridão\, vida e morte\, consciente e inconsciente\, suavidade e dureza e\, justamente neste cruzamento em busca do equilíbrio é que as obras de Botura ganham força. Na união entre o profano e o sagrado\, o misticismo e o realismo evidencia-se a plasticidade das relações corporais e interpessoais. Dos vidros soprados surgem o ovo\, o útero\, os ovários e o pênis; a dupla estrutura do corpo\, sexual\, renascido e valorizado. Na busca da expansão da consciência encontra-se então o amor e a compaixão\, a fusão natural entre os seres e\, consequentemente\, o enlace. \n“É na conversa e nas zonas de silêncio que esses corpos de trabalhos poderão gerar criações híbridas\, singulares e partilhadas através do convívio entre universos simbólicos distintos\, e também correlatos. Uma galeria viva\, cujo espaço-tempo possível é nutrido por encontros e alianças entre o eu\, o tu e os novos corpos emergentes” explica Laura Barbi. \nA mostra integra a quinta edição do Programa ARTEMINAS\, Narrativas Femininas – Sou aquilo que não foi ainda. \nServiço\nHÍBRIDA\nCarolina Bortura\, Giulia Puntel e Julia Panadês\nLocal: Galerias Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima / Palácio das Artes: Av. Afonso Pena\, 1537. Centro. Belo Horizonte\nDe terça a sábado\, das 9h30 às 21h; domingo\, das 16h às 21h\nAté 08 de março de 2020\nClassificação: Livre\nInformações para o público: 31 3236-7400
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SUMMARY:Brazil Funk Festival 2020
DESCRIPTION:Funk e carnaval? O estilo musical já faz parte da folia belo Horizontina. Por isso\, nada mais apropriado do que um festival do gênero durante a temporada de pré carnaval da capital mineira. \nA experiência acontece na Serraria Souza Pinto e leva assinatura dos mesmos produtores do Baile da Urca\, festa já conhecida em BH e da Cria Cultura que através do Distrital está virando referência no carnaval da cidade. As atrações são de impressionar\, o prodígio do funk Mc Rick e o fenômeno do trap nacional Matuê. \nMc Rick\, mineiro nascido em BH\, aos 14 anos lançou sua primeira música\, conquistando seu espaço no cenário funk. É dele o hit “Sarrou\, Gostou”\, que conta com quase 20 milhões de visualizações no Youtube! Com a agenda disputada\, hoje em dia faz mais de vinte shows por mês por todo o país. \nO cearense Matuê\, com mais de 88 milhões de visualizações em um dos seus principais vídeos “Anos Luz”\, se destacou na cena do Trap Nacional e nunca mais saiu dos topos das listas do país. \nE não para por aí\, a noite conta ainda com um dos blocos mais animados de BH: Funk You e um time completo de Djs: Randazo\, Rond\, Biffaum\, Pikadilha\, Rost\, Lavarini\, RK\, Chagas\, Barbieri e mais convidados. \nServiço:\nEvento: Brazil Funk Festival 2020\nData: 14/02\nHora: 21h\nLocal: Serraria Souza Pinto – Av. Assis Chateaubriand\, 889 – Centro\, Belo Horizonte – MG\, 30150-101\nIngressos: A partir de R$45\,00 (+ R$4\,50 de taxa) que pode ser adquirido pelo site do Sympla\nhttps://www.sympla.com.br/brazil-funk-festival-2020__763378
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SUMMARY:Programação de Carnaval do BH Shopping
DESCRIPTION:É chegado um dos meses mais esperados do ano. O clima alegre e contagiante característico da maior festa popular brasileira está\, aos poucos\, tomando conta da cidade. Para garantir que a diversão das famílias seja completa\, o primeiro e mais completo shopping de Belo Horizonte preparou atrações carnavalescas especiais voltadas para crianças e adultos\, que acontecerão nos dias 15 e 16 de fevereiro. \nCom o tema “Entre na folia com as lendas brasileiras”\, o evento pretende enaltecer a força do folclore\, trazendo à tona lembranças dos personagens mais tradicionais da cultura popular nacional\, como Saci-Pererê\, Curupira\, Boto Rosa\, Mula sem Cabeça e Iara. \nProgramação\nNo dia 15\, a folia ficará por conta do bloco infantil Charanga das Padês\, que se apresentará às 17h30. Já no dia 16\, as oficinas do Músico Pai\, profissional especializado em musicalização infantil\, prometem animar a comemoração por meio de histórias cantadas\, brincadeiras musicadas e jogos também com música a partir de 16h30. Logo mais\, às 18h30\, o bloquinho Circo Marimbondo entrará em cena para dar continuidade aos festejos. \nA família inteira está convidada a participar da festa que\, para ficar ainda mais bonita\, contará com uma estrutura especial para produção de cabelo e maquiagem\, além de oficinas gratuitas para confecção de chocalhos e máscaras e espaço para fotos. Tudo isso estara à disposição dos foliões durante os dois dias de evento. Vale lembrar que os adereços e acessórios são sempre bem-vindos\, já que contribuem para deixar a folia ainda mais alegre\, charmosa e colorida. \nNovidades\nO evento de carnaval\, que será realizado pela terceira vez no BH Shopping\, contará com outras novidades este ano\, como os malabares e pernas de pau. “As duas últimas edições do evento foram um verdadeiro sucesso. A família inteira participou da folia. Este ano\, a festa terá um dia a mais justamente para que mais pessoas tenham a chance de participar e se divertir”\, ressaltou o gerente de marketing do BH Shopping\, Renato Tavares. \nO evento é gratuito\, mas também é solidário. Por isso\, com o intuito de continuar ajudando as vítimas das chuvas em Belo Horizonte\, o BH convida os participantes a doarem uma lata de leite em pó por criança. As latas serão encaminhadas ao Servas. \nServiço:\nProgramação de Carnaval do BH Shopping\nEvento gratuito (contribuição: doação de uma lata de leite em pó por criança)\nDias: 15 e 16 de fevereiro\nHorário: 16h às 20h \nDia 15:\n17h30 – Show Charanga das Padês \nDia 16:\n16h30 – Músico Pai\n18h30 – Circo Marimbondo \nLocal: Estacionamento Piso Ouro Preto (3º piso) / acesso portaria H\nBH Shopping – BR 356\, nº 3049\, Belvedere / Belo Horizonte-MG
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SUMMARY:Banda Mole 2020 – 45 anos de história
DESCRIPTION:A Banda Mole\, festividade pré-carnavalesca mais tradicional e aguardada de Belo Horizonte\, que faz parte do calendário oficial da cidade\, comemora 45 anos de história com uma grande festa. Neste sábado\, 15 de fevereiro\, a partir das 13h\, o clima de carnaval vai invadir a Avenida Afonso Pena (entre a Rua da Bahia e Guajajaras) com diversas atrações\, bandas\, os principais blocos da cidade e DJs. O tema de 2020 é a “EDUCASSÃO”\, princípio fundamental para o desenvolvimento de uma nação e que\, segundo os organizadores do bloco\, não é um assunto levado tão a sério no país. \n\n\nA Banda Mole busca sempre fazer com que a festa seja cada vez mais a cara do folião belo-horizontino\, por isso\, no desfile deste ano\, suas principais atrações serão artistas mineiros\, trazendo como destaque grandes blocos que se apresentam no carnaval da capital. Numa verdadeira constelação de estrelas do carnaval\, estão confirmados os blocos Então Brilha\, Baianas Ozadas\, Quando Come Se Lambuza\, Funk You\, Swing Safado\, Pacato Cidadão\, Batuque Coletivo e Quando Come Se Lambuza. Essa edição também traz DJs e bandas que vão colocar a avenida inteira para pular e cantar. Recebe ainda pela primeira vez uma banda do interior do estado: Hiago Volponi e Sambacanna de Montes Claros. \n\n\nPara a edição histórica\, a Banda Mole leva para a Avenida Afonso Pena dois trios elétricos e um palco\, com 10 horas de música e uma expectativa de superar o número de público do último ano. E o folião pode preparar a fantasia\, chamar a família e os amigos para a festa e ir tranquilo\, pois um dos diferenciais do bloco é a segurança para que todos possam curtir momentos de muita diversão. O evento contará com equipe de segurança especializada\, apoio da Polícia Militar e da Brigada de BH em pontos estratégicos na avenida\, além de postos médicos e ambulâncias de prontidão para casos de emergência. \n\n\nPara garantir o conforto do folião durante as 10 horas de evento\, o espaço contará com mais de uma centena de banheiros químicos posicionados estrategicamente para atender todo o público. Haverá também uma área de alimentação com diversos food trucks\, além de mesas e cadeiras. \n\n\nTema \n\n\nMarca indiscutível da Banda Mole\, a irreverência diverte e ao mesmo tempo aponta o que pode e deve ser melhorado na sociedade. Neste ano o tema é a “educação”\, princípio fundamental de desenvolvimento de uma nação. Segundo os organizadores do bloco\, não é um assunto que vem sido levado a sério… Então tome irreverência: \n\n\nA BH ÇURPREENDENTE TEM ESSA BANDA IMPRECIONANTE! \n\n\nELA SOBE\, NÃO DÁ MOLE\, PRA APRENDIZ DE MELIANTE \n\n\nPRA AGUENTAR\, SÓ MESMO RINDO\, DO MINISTRO IGNORANTE. \n\n\n45 anos de Banda Mole \n\n\nA festa levou para a Av. Afonso Pena em 2019 um público rotativo de mais de 50 mil foliões para cantar e celebrar o carnaval e ainda ganhou o prêmio BH Folia como o Melhor Pré-Carnaval de BH e o Melhor Tema de Bloco. O evento faz parte do calendário oficial de Belo Horizonte desde 2004 e hoje é o pré-carnaval mais aguardado da cidade. \n\n\nA história da Banda Mole começa em 1975 quando o bloco carnavalesco “Leões da Lagoinha” chegou ao fim. Os foliões do bloco extinto se juntaram com os filhos e netos das tradicionais famílias do bairro Lagoinha e fundaram a Banda Mole. Com homens travestidos de mulher e vice-versa\, o Bloco abrigou por muitos anos o posteriormente viria a ser um evento independente do movimento LGBTQ+. O ponto forte da Banda Mole sempre foi um estado permanente de liberdade e de valorização da diversidade com muita animação\, críticas políticas feitas com muita irreverência\, música de primeira qualidade\, tudo regado a muita cerveja gelada. \n\n\nProgramação: \n\n\nTrio Rivotrio \n\n\n13h: Dj Vini Brown \n\n\n13h30: Swingue Safado \n\n\n15h30: Manu Rosa \n\n\n17h: Desfile da Banda Mole (Avenida) \n\n\n18h30: Bloco Quando come se Lambuza \n\n\n20h: DJ Vini Brown \n\n\n20h30: Funk You \n\n\nTrio Tornado \n\n\n13h: Gabinas \n\n\n13h30: Sexta Ninguém Sabe \n\n\n15h30: Batuque Coletivo \n\n\n17h: Desfile da Banda Mole (Avenida) \n\n\n18h30: Baianas Ozadas \n\n\n20h: Gabinas \n\n\n20h30: Então Brilha \n\n\nPalco \n\n\n13h: Zé da Guiomar \n\n\n14h30: Hiago Volponi & Sambacanna \n\n\n16h15: Charanga do Bororó \n\n\n17h: Desfile da Banda Mole (Avenida) \n\n\n18h30: Charanga do Bororó \n\n\n20h: Pacato Cidadão \n\n\nServiço: \n\n\nBanda Mole 2020 – 45 anos de história \n\n\nData: 15 de fevereiro\, sábado \n\n\nHorário: 13h às 22h00 \n\n\nLocal: Avenida Afonso Pena\, entre a Rua da Bahia e Guajajaras \n\nEntrada: gratuita
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SUMMARY:Nosso Bloquinho 2020
DESCRIPTION:O Nosso Bloquinho 2020  \, será uma festa no Mineirão.\n\n\nAtrações: \nHott\nRick & Nogueira\nBaianeiros\nBartucada\nBanda do Marcão \nParticipações Especiais: \nSunga de Pano\nChris Pipino\nBruno & Lucas\nFelipe & Thiago \nNos intervalos: Dj Ávila \nSetor único – As bebidas e comidas serão vendidas a parte. \nLOCAL: \nMineirão \nDATA: \n15 de fevereiro ( sábado) \nHORÁRIO: \n14h\n\nINGRESSOS:\nVale Copo\nR$ 25\,00\n\nVENDAS:\nonline: Central dos Eventos
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