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SUMMARY:Exposição Chichico Alkmim
DESCRIPTION:Toda a beleza e força do retrato social brasileiro foram registradas pelo fotógrafo mineiro Francisco Augusto de Alkmim\, cujas obras ocupam a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard\, no Palácio das Artes\, a partir de 9 de novembro. \nA aclamada exposição Chichico Alkmim\, Fotógrafo\, uma parceria com o Instituto Moreira Salles (IMS)\, possui curadoria do escritor e consultor de Literatura do IMS Eucanaã Ferraz\, e abrange todos os anos de produção do artista em Diamantina (MG). Em meio ao conjunto de 251 fotografias feitas durante a primeira metade do século passado\, a exposição perpassa a construção social\, racial e histórica do povo mineiro. \nHá quatro anos\, o acervo de Chichico – composto por mais de cinco mil negativos em vidro e fotografias originais de época – chegou ao Instituto Moreira Salles e foi exposto na capital carioca\, em 2017\, na mostra homônima que hoje chega à Minas Gerais. A exposição\, que também já passou pelo IMS São Paulo (São Paulo) e IMS Poços (Poços de Caldas)\, busca inserir o artista no âmbito dos grandes fotógrafos brasileiros. \nDe acordo com Eliane Parreiras\, presidente da Fundação Clóvis Salgado\, é grande o orgulho em receber um acervo dessa magnitude. “Temos imensa honra em receber o acervo desse importante artista mineiro e disponibilizá-lo para o público que\, certamente\, irá se identificar com a história do Chichico e\, principalmente\, com a forma como Minas Gerais é retratada em suas imagens”\, comemora. \nEliane Parreiras destaca também que a exposição Chichico Alkmim\, Fotógrafo é um marco histórico da retomada da parceria entre a Fundação Clóvis Salgado e o Instituto Moreira Sales\, que se desdobrará em várias ações a partir de 2020. \nA abertura da exposição\, no dia 8\, contará com atrações como a apresentação do Grupo de Choro Olho de Sogra\, a exibição do filme Terra deu\, terra come\, e a participação dos fotógrafos lambe-lambes Roberto e Ronaldo Silva\, que são irmãos e atuam há mais de 20 anos no Parque Municipal de Belo Horizonte. Os fotógrafos farão o registro do evento e entregarão as fotos instantaneamente. \nO filme Terra Deu\, Terra Come (2010)\, do mineiro Rodrigo Siqueira\, será exibido às 17h\, no Cine Humberto Mauro. O documentário narra a trajetória de Pedro de Alexina\, um dos poucos moradores da região do quilombo Quartel do Indaiá\, em Diamantina\, região onde Chichico Alkmim passou sua infância e juventude. O longa\, segundo Eucanaã\, possui forte relação com a exposição e a preservação da memória de Diamantina e seus arredores. \nFotografia e tradição – Além de casamentos\, velórios\, batizados\, entre outras inúmeras passagens que marcaram a vida do povo de Diamantina\, Chichico se dedicou a fotografar a vida musical da cidade. Na mostra\, serão expostos também cinco discos 78 RPM\, com as obras de compositores da época do Império\, como Ernesto Nazareth\, até canções do maranhense Catulo da Paixão. Os visitantes poderão ouvir as canções e observar os registros de seresteiros\, grupos de jazz\, estudantes de música e bandas escolares/militares fotografados pelo artista. \nSegundo Eucanaã Feraz\, Chichico dá continuidade à tradição de fotógrafos do século 19\, trabalhando em um diálogo com a linguagem tradicional fotográfica e adicionando sua contribuição pessoal em cada retrato. É essa contribuição que\, segundo o curador\, traz ao primeiro plano a vida dos modelos fotografados. “Há uma presença física\, psíquica e emotiva muito presente em todas as imagens”\, explica Eucanaã. \nAutodidata na fotografia\, Chichico estabeleceu-se em Diamantina no período em que a cidade já sofria com o intenso período de exploração garimpeira. Ensinou o que sabia a Assis Horta\, colega fotógrafo conhecido por retratar democraticamente trabalhadores que adquiriam\, pela primeira vez\, a carteira de trabalho\, cuja obra também foi apresentada no Palácio das Artes. Ao final de 2019\, é a vez do acervo do expoente da fotografia mineira\, celebrado desde a publicação de O olhar eterno de Chichico Alkmim (2005) – primeiro livro com as imagens do artista – ocupar a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard. \nO ateliê é o mundo – A exposição distribui a produção do fotógrafo cronologicamente\, convidando o expectador a explorar a composição da obra de Chichico\, que se tornou mais complexa ao longo dos anos. O primeiro momento da mostra reúne uma série de personagens fotografados em sua maioria individualmente\, de corpo inteiro\, apresentados ao visitante em tamanho real. Segundo Eucanaã\, as fotografias foram feitas somente em estúdio e ampliadas em grande dimensão\, criando a noção de frontalidade. É o cartão de visitas da exposição\, que segue ampliando a visão do fotógrafo e convida o visitante a adentrar no universo diamantinense. \nChichico nunca se limitou a retratar apenas a burguesia\, e teve como modelos os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo\, ao comércio e também à indústria. Eucanaã atribui destaque aos retratos dos ex-escravos e seus descendentes\, que passaram a se individualizar e a emergir nas fotografias feitas pelo artista. “Nas imagens produzidas por Chichico\, não há um vislumbre da imagem dos escravos pela ótica do exotismo\, de um exemplar racial submisso\, e sim pela capacidade de retrata-los como qualquer pessoa em seu ambiente de convivência”\, explica\, destacando a importância dos registros feitos em uma das cidades que abrigava o maior número de negros de Minas Gerais. \nO segundo passo da mostra também reúne fotografias feitas em estúdio\, em menor dimensão. Se na primeira passagem o visitante se depara com retratos individuais ou em dupla\, o segundo momento já reúne imagens de grupos maiores\, em cenas construídas com apuro no cenário\, no vestuário\, e grande técnica na captação da luminosidade natural. \nCrônicas do cotidiano – Chichico não se limitou a fotografias dentro do estúdio. É dessa capacidade de captar as cenas do dia a dia que se trata a terceira parte da exposição\, uma bela amostragem de imagens onde a cidade de Diamantina e seus arredores aparecem em paisagens. Nas fotografias\, quase nunca há ausência de figura humana\, e cada imagem se mostra como um conto. \nPosteriormente\, a mostra segue com fotografias selecionadas a partir da noção de montagem fotográfica. Diferente das imagens apresentadas na passagem anterior\, as fotografias dessa série utilizam a paisagem – comércio\, bares\, alfaiatarias\, festas – como um fundo\, e Chichico trabalha os elementos para que eles assumam a mesma lógica de composição das pinturas utilizadas ao fundo das imagens no estúdio. \nA última série da exposição convida o visitante a observar uma esplanada de rostos\, e\, possivelmente\, se identificar com eles: são retratos com expressões variadas\, com modelos de inúmeras constituições sociais. Segundo Eucanaã\, esse momento da exposição conserva um hábito praticado pelo fotógrafo. “Chichico aproveitava os negativos de vidro para realizar mais de uma fotografia. A revelação\, portanto\, continha mais de um retrato em uma só chapa”\, explica. A exposição mantém a imagem do negativo inteiro\, preservando a sensação de encontro entre diferentes fotografias – e\, ao mesmo tempo\, entre duas figuras distintas. Os rostos também estarão dispostos ao fundo da Grande Galeria\, em uma plotagem que reúne variadas fotografias posicionadas lado a lado. Com um efeito de transparência\, as imagens terão iluminação especial durante a noite. \n  \nFrancisco Augusto de Alkmim (1886-1978) – Francisco Augusto de Alkmim nasceu em Bocaiúva (Minas Gerais)\, filho de Herculano Augusto d’Alkmim e Luiza Gomes d’Alkmim. Em 1913\, casou-se com Maria Josephina Neta Alkmim\, com quem teve seis filhos. Aprendeu a fotografar no início da década de 1900 e em 1910 mudou-se para Diamantina\, instalando provisoriamente seu primeiro estúdio. Em 1920\, estruturou seu estúdio profissional e um laboratório fotográfico em sua residência. Utilizou principalmente negativos de vidro emulsionados com nitrato de prata. Aposentou-se em 1955\, aos 69 anos. \n  \nEucanaã Ferraz (1961-) – Poeta carioca que publicou os livros Desassombro (2002)\, Rua do mundo (2004)\, Cinemateca (2008)\, Sentimental (2012) e Escuta (2015). Para o público infanto-juvenil\, publicou Poemas da Iara (2008)\, Bicho de sete cabeças e outros seres fantásticos (2009)\, e Palhaço\, macaco\, passarinho (2011). É professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro e desde 2010 atua como consultor de literatura do Instituto Moreira Salles\, em São Paulo\, onde elabora publicações\, exposições\, debates\, cursos e espetáculos. Organizou\, entre outros\, os livros de Caetano Veloso\, Letra só (2001) e O mundo não é chato (2005); reuniu poemas e letras de canção na antologia Veneno antimonotonia (2005); após preparar a Poesia completa e prosa de Vinicius de Moraes (2004)\, passou a coordenar a edição das obras do poeta para a Companhia das Letras. Publicou\, na coleção Folha Explica\, o volume Vinicius de Moraes (2006). \nEste evento tem\, correalização da Appa – Arte e Cultura.
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LOCATION:Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard\, Av. Afonso Pena\, 1537. Centro. Belo Horizonte\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30130-004\, Brasil
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SUMMARY:Man Ray em Paris
DESCRIPTION:Esta retrospectiva\, apresentada pela primeira vez no Brasil\, procura abranger a imensa e multiforme obra de Man Ray. Conhecido principalmente por sua fotografia\, mas também criador de objetos\, realizador de filmes e faz-tudo genial\, Man Ray chega a Paris em 1921\, onde permanece até a Segunda Guerra Mundial e para onde retorna definitivamente em 1951. Foi nessa cidade que sua arte original se desenvolveu e mais repercutiu. \nEsta exposição elucida\, por meio de quase 250 obras\, a lenta maturação de Man Ray\, bem como apresenta um panorama completo de sua criatividade. Das primeiras obras dadaístas ao retrato e à paisagem\, da moda às imagens surrealistas\, de seus trabalhos comerciais a uma seleção de seus objetos e filmes\, e à sua vontade de revelar outra realidade\, reúnem-se nesta exposição toda a complexidade e a riqueza do que ele nos legou.
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LOCATION:CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte\, Praça da Liberdade\, 450 – Funcionários\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30140-010\, Brasil
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SUMMARY:46ª Campanha de Popularização Teatro & Dança
DESCRIPTION:De 3 de janeiro a 16 de fevereiro\, Belo Horizonte irá receber a 46ª edição da Campanha de Popularização Teatro & Dança. Serão mais de 150 espetáculos de teatro adulto\, infantil e dança\, sendo 52 estreantes\, com atrações para todos os gostos e idades. Ao todo\, a Campanha promoverá cerca de 1.000 sessões a preços populares em diversos espaços da cidade. Neste ano\, além de BH\, outras seis cidades também receberão atrações: Betim\, Contagem\, Confins\, Juiz de Fora\, Ribeirão das Neves e Sete Lagoas. Outra novidade será a instalação de dois novos postos de venda de ingressos – os Shoppings Oiapoque em BH e Contagem. \nCom o slogan “Você na Campanha”\, nesta edição o objetivo dos organizadores é aproximar o evento das pessoas e mostrar que todas elas fazem parte do projeto\, seja como público\, como artista ou prestador de serviços. Rômulo Duque\, presidente do Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc) ressalta a satisfação de realizar mais uma edição da Campanha. “Para nós é uma honra saber que nesses 46 anos de realização do projeto\, conseguimos conquistar os corações dos belo-horizontinos e transformar a Campanha num dos principais eventos da cidade. Nosso objetivo é seguir proporcionando ao público a oportunidade de terem acesso à cultura\, de forma democrática\, e com ingressos a preços populares”\, salienta. \nA Campanha de Popularização Teatro & Dança é uma realização do Sinparc e conta com o patrocínio da  Copasa\, Unimed BH\, Usiminas\, Cemig\, Rede Globo\, Olé Consignado e Cimento Nacional. \nEspetáculos \nIntegram a programação espetáculos de drama\, comédia\, infantis\, dança contemporânea e clássica\, stand-ups\, mostras especiais e teatro de rua\, contabilizando mais de 150 atrações\, sendo 52 delas inéditas na Campanha. Serão mais de 1.000 sessões em diversos espaços da cidade. \nComo nas demais edições\, a acessibilidade segue sendo uma das preocupações do evento e\, por isso\, algumas peças contarão com acessibilidade física\, visual e auditiva (consulte a programação para saber mais). \nIngressos \nOs valores dos ingressos variam entre R$10\, R$15\, R$17 e R$20\, conforme o espetáculo. Esses valores são promocionais para ingressos adquiridos nos Postos de Venda e pela internet\, no site vaaoteatromg.com.br. Na bilheteria dos teatros\, os preços variam de acordo com cada produção. \nPOSTOS DE VENDA (A partir do dia 03 de janeiro) \nPosto Mercado das Flores\nAv. Afonso Pena\, 1055 (esquina com Rua da Bahia) Seg a Sáb das 10h às 19h\, Dom das 10h às 18h\n \nPosto Shopping Cidade (G5)\nRua Tupis\, 337 – Centro\nSeg a Sáb das 10h às 19h\, Dom das 10h às 18h\n \nPosto Shopping Pátio Savassi (Piso L3)\nAv. do Contorno\, 6.061 – Funcionários\nSeg a Sáb das 12h às 19h\, Dom das 14h às 18h\n \nPosto Shopping Estação BH (Piso 2)\nAv. Cristiano Machado\, 11.833 – Venda Nova Seg a Sáb das 12h às 19h\, Dom das 14h às 18h \nPosto Shopping Oiapoque BH (Piso 2 – Box J106) \nAv. Oiapoque\, 156 – Centro Seg a Sáb das 10h às 19h\, Dom das 09h às 15h \nBETIM – Posto Partage Shopping Betim (2o Piso)\nRodovia Fernão Dias km 492\, 601\nSeg a Sáb das 12h às 19h \, Dom das 14h às 18h \nCONTAGEM \nPosto Itaú Power Shopping (2o Piso)\nAv. General David Sarnoff\, 5160 – Cidade Industrial Seg a Sáb das 12h às 19h\, Dom das 14h às 18h \nPosto Shopping Oiapoque Contagem (Térreo- Box 275) \nRua Mario vital\, 168 – Eldorado Seg a Sáb das 10h às 19h\, Dom das 09h às 15h \n  \nINGRESSOS ONLINE: \nIngressos sem fila e pelos mesmos preços praticados nos postos de venda da Campanha. Observação: SEM TAXAS
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LOCATION:Belo Horizonte\, Belo Horizonte\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, Brasil
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SUMMARY:Parque Dino’s Towers
DESCRIPTION:O mundo mágico dos dinossauros vai invadir o Shopping Estação BH durante as férias. O parque Dino´s Towers traz elementos do período jurássico que encantam crianças e adultos há gerações\, em um circuito divertido de escorregadores iluminados\, jaula do T-Rex e uma piscina com mais de 290 mil bolinhas. Os apaixonados pelos personagens poderão\, ainda\, tirar fotos com o Magic Dino\, um dinossauro mecatrônico com quatro metros de altura. \n“Os dinossauros foram extintos da Terra há milhões de anos e ainda hoje exercem grande fascínio. Filmes e atrações que abordam esse tema são capazes de atrair público maior que outros personagens famosos do universo infantil. No Dino´s Towers adicionamos elementos de aventura e esperamos que o resultado final seja de muita diversão para toda a família”\, ressalta o líder de marketing do Shopping Estação BH\, Rumenigue Marchioro. \nO parque Dino´s Towers está na praça de eventos\, piso L1\, com funcionamento de segunda-feira a sábado\, das 10h às 22h\, e aos domingos e feriados das 12h às 20h. Os ingressos custam R$ 20 por 30 minutos. Já os encontros com o Magic Dino são gratuitos\, por ordem de chegada\, de segunda-feira a sexta\, às 18h\, 19h e 20h\, e aos domingos às 16h\, 17h e 18h. \nServiço\nDino’s Towers\nPeríodo: até 03 de março\nLocal: Praça de Eventos do Shopping Estação BH – piso L1 (Av. Cristiano Machado\, 11833 – Venda Nova)\nIngressos: R$ 20 (sessão de 30 minutos)\nMais informações: (31) 3118-9901 ou pelo site https://www.shoppingestacaobh.com.br/ \nEncontros com o Magic Dino \nSegunda a Sexta: 18h | 19h | 20h\nSábados\, Domingos e Feriados: 16h | 17h | 18h\n*Cada sessão terá 30 minutos de duração e o encontro será por ordem de chegada. O encontro com é gratuito e as fotos de responsabilidade de cada família.
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SUMMARY:Composições - uma história fotográfica do Jazz em BH
DESCRIPTION:De 08 de janeiro a 15 de fevereiro no SESI Museu de Artes e Ofícios em Belo Horizonte\, o fotógrafo mineiro Leonardo Ramos apresenta “Composições – uma história fotográfica do Jazz em BH”. A exposição\, como o nome sugere\, é uma experimentação de linguagens fotográficas e formas narrativas da história do Jazz na capital mineira. “Uma história nunca antes registrada e que visa construir uma linha imagética/diegética sobre a qual se sustente um acervo fotográfico do Jazz que acontece em bares de Belo Horizonte\, remontando às origens do estilo em clubes nos Estados Unidos”\, explica Leonardo. O trabalho retrata também o artesanato cotidiano dos instrumentistas que mantêm o Jazz vivo e popular para além do movimento organizado dos festivais ou do acesso restrito dos teatros. A entrada para exposição é gratuita. \nCom formação em Música e Literatura\, o fotojornalista Leonardo Ramos tem ambas as principais influências para a incursão no mundo da fotografia urbana. Atuante na cena musical belorizontina entre os anos de 2005 e 2016 em diversas bandas autorais\, passou a compreender como o registro fotográfico é importante para a memória cultural das cidades: além da consequência dos processos artísticos vivenciados\, fotografar é também a escolha de um caminho a ser construído. É sua primeira exposição fotográfica. \n“Há não mais que vinte anos\, existe um movimento organizado\, de festivais como o Savassi Jazz\, BH Jazz e I Love Jazz\, que busca re-popularizar o estilo\, trazendo nomes de grande destaque no cenário musical brasileiro e internacional para tocar em praças e locais públicos gratuitamente. Porém\, há muito mais tempo\, os músicos da cena belorizontina estão\, diariamente\, executando e construindo o Jazz como ele é: um ritmo popular\, urbano e acessível. Célio Balona\, Chico Amaral\, Toninho Horta\, ao lado de uma geração que acaba de chegar\, com nomes como Felipe Vilas Boas\, Gabriel Bruce e Deangelo Silva\, são alguns dos músicos que participam dessa construção”\, explica Leonardo Ramos. \nAbertura\nO lançamento da exposição terá apresentação do Projeto Quarta Jazz que é formado por: João Machala\, Breno Mendonça\, Gabriel Bruce\, Aloísio Hora e Expedito Andrade. E marca também o lançamento digital do Circuito de Jazz. O Circuito é um mapeamento da cidade em busca de estabelecimentos que abrem suas portas para o jazz\, e tem como intuito promover um roteiro turístico da cultura jazzística local. Instagram: @circuitodejazz \n“Em Belo Horizonte há em torno de 30 casas que têm o jazz em suas programações”\, cita Karla Danitza\, idealizadora e coordenadora do projeto. A campanha para lançamento e promoção do Circuito de Jazz é uma parceria com o Savassi Festival. Em 2020\, o Fotografe o Jazz\, edital que compõe a programação do festival\, será lançado na exposição\, como convite à expansão dos olhares para o jazz que circula na cidade. \nAinda como programação da exposição e de olho na cena local\, no dia 1º de fevereiro\, sábado\, o Bloco Magnólia faz um ensaio aberto no Hall do Museu. Inspirado nos cortejos de Jazz de Nova Orleans\, o Magnólia nasceu em Beagá e já é programação garantida no carnaval da cidade. \nSERVIÇO \nDe 08 de janeiro a 15 de fevereiro\nGaleria L – Sala 4\nPça. Rui Barbosa 600 (Praça da Estação) Centro | Belo Horizonte MG\nAbertura dia 08 de janeiro às 11h com apresentação do Projeto Quarta Jazz que é formado por: João Machala (trombone)\, Breno Mendonça (sax)\, Gabriel Bruce (bateria)\, Aloísio Horta (baixo) e Expedito Andrade (guitarra). Link para ingresso: Garanta seu ingresso aqui
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LOCATION:Museu de Artes e Ofícios\, Praça Rui Barbosa\, 600 - Centro\, Belo Horizonte - MG\,\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30160-000\, Brasil
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SUMMARY:Casal TPM
DESCRIPTION:O Teatro Francisco Nunes recebe de 9 a 12 de janeiro\, quinta a sábado\, às 20h\, e domingo às 19h\, o espetáculo Casal TPM\, da C13 Produções. A peça aborda os assuntos cotidianos da vida de um casal com muito humor. O espetáculo faz parte da 46ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança\, realizada pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc). A peça faz parte da 46ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança\, realizada pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc). Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 50\,00 a inteira\, R$ 25\,00 a meia-entrada na bilheteria do teatro ou então online por R$20\,00 (preço único) no site www.vaaoteatromg.com.br. \nA peça é uma readaptação do texto de Paula Giannini\, dirigida por Guilherme Oliveira e estrelada por Ana Robles e Paulo Moraes. Casal TPM com C13 produções busca fazer uma aproximação da peça que já é um grande sucesso paulista com a realidade mineira. A peça se trata de uma reflexão cômica das questões do casal moderno apresentando assuntos atuais e polêmicos com uma abordagem que vai garantir ao público boas gargalhadas e identificação com os personagens. \n46ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança\nConhecida como um dos eventos mais tradicionais da cena cultural de Belo Horizonte e como uma das maiores ações de popularização das artes cênicas do país\, a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança chega a sua 46ª edição com diversas peças teatrais e musicais voltadas ao público adulto e infantil\, em vários palcos\, com ingressos vendidos a preços populares. A programação completa está disponível no site www.vaaoteatromg.com.br. \nServiço\nCasal TPM\nClassificação: 12 anos\nDe 9 a 12 de janeiro| quinta a sábado\, às 20h\, e domingo\, às 19h\nTeatro Francisco Nunes (Avenida Afonso Pena\, s/n – Parque Municipal)\nIngressos: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia-entrada)| R$ 20 (preço único) no site www.vaaoteatromg.com.br\nInformações para o público: (31) 3277-6325
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SUMMARY:Super Games – BH Shopping
DESCRIPTION:A programação especial de férias do BH Shopping promete testar a memória\, habilidade e rapidez dos amantes dos videogames\, com uma exposição nostálgica e surpreendente. Entre os dias 10 de janeiro e 9 de fevereiro\, o mall recebe a “Super Games”\, um museu totalmente interativo que mostra a evolução dos jogos\, desde o primeiro console até o mais moderno gráfico de realidade virtual. \nAdultos e crianças poderão se divertir com o clássicos que marcaram época como: Magnavox Odyssey\, o primeiro console digital comercializado no Brasil; Atari\, o ícone dos anos de 1980; Super Nintendo\, o primeiro em 16 bits; Master System\, o console de 8 bits; Mega Drive\, com dezenas de jogos na memória; Nintendo 64\, lembrado pelos cartuchos e o Playstation que revolucionou a década de 1990. \nA tecnologia também estará presente no Game Dance\, onde os jogadores precisam acompanhar os movimentos indicados no telão e seguir o ritmo da música\, acirrando a competição com coreografias que envolvem todo o corpo. Outra atração\, é o Xbox One com jogos modernos de super-heróis e gráficos incríveis em um telão de 65 polegadas. \nA exposição conta ainda com simuladores avançados\, que trazem uma proposta diferente para se jogar videogame\, é a Realidade Virtual. Nesta atração o player se sente dentro do jogo e tem a sensação de pilotar um carro de Fórmula 1 ou ser um aviador em plena Segunda Guerra Mundial. \nPara Renato Tavares\, gerente de marketing do BH Shopping\, é mais um atrativo diferenciado para os clientes. “Os pais podem matar a saudades dos antigos videogames além de acompanhar os filhos nos novos jogos. É uma forma de conectar as gerações”\, conta. \nServiço\nSuper Games – BH Shopping\nQuando: de 10 de janeiro a 9 de fevereiro\nLocal: Piso MA | 4° andar\, do BH Shopping (BR 356\, n.º 3.049\, Belvedere | Belo Horizonte – MG)\nQuanto: Evento gratuito
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SUMMARY:Palco Brumadinho
DESCRIPTION:Palco Brumadinho tem edição com MPB\, neste sábado (11) \nEntrada é liberada para visitantes do Inhotim\, e de graça para moradores de Brumadinho \nCrédito: William Gomes \nO Palco Brumadinho\, projeto criado em 2019 para valorizar a cultura na cidade que abriga o Inhotim\, terá mais uma edição neste sábado (11). Às 14h30\, artistas locais se revezam no Centro Educativo Burle Marx para uma tarde de apresentações focada na Música Popular Brasileira (MPB). \nA primeira atração é o duo David Mendonça e Paulo Victor\, que sobe ao Palco com convidados. A ideia é tocar\, entre amigos\, música instrumental da melhor qualidade\, incluindo sucessos de artistas como Tom Jobim e Milton Nascimento. \nDepois\, é a vez de Maury Júnior e Wilker TH cantarem hits de Sá e Guarabyra\, Roupa Nova\, Kleiton & Kledir e outros nomes da música nacional. Já Willas Fernandes fecha a tarde musical no Inhotim com versões de canções de Gonzaguinha\, Djavan\, Cartola\, Vander Lee\, Maria Rita\, entre outros. \nClique aqui para baixar fotos das atrações que se apresentam no Palco Brumadinho. \nCuradoria\nA seleção dos artistas do Palco Brumadinho é feita por uma equipe de curadoria formada por Jana Janeiro\, Júlio Santos\, Leci Strada e Márcio Nagô\, todos com forte atuação cultural na região. Conheça-os a seguir: \nLeci Strada\nLeci Strada é cantor\, instrumentista e compositor. Nasceu em Brumadinho e começou a carreira profissional em janeiro de 1968. Em 1980\, gravou seu primeiro disco por meio do Festival Nacional MPB Show\, da TV Globo\, com a música “Voar com Gaiola e Tudo”. Depois\, outras composições foram gravadas para programação de TV e novelas. Completa 50 anos de carreira com dois compactos\, três LPs\, quatro CDs\, um DVD e novos projetos por vir. \nMárcio Nagô\nA carreira de Márcio Nagô começou em 2001 por influência do seu pai\, um grande apreciador da música brasileira e colecionador de vinis. Nas rodas de capoeira\, experimentou o canto e começou a tocar percussão. Já o pandeiro e o cavaco foram as primeiras descobertas como ferramenta de composição. Suas letras\, românticas\, falam de amor e traduzem com beleza o cotidiano popular\, fruto da musicalidade dos tempos de infância\, em que participava das guardas de Congado e Moçambique. \nJúlio Santos\nJúlio Santos é maestro da Escola de Música Inhotim. É músico e um interlocutor cultural importante na região de Brumadinho\, atuando também como maestro\, diretor musical\, produtor e professor de música. Sua missão é guiar pessoas para os caminhos profissionais e prazerosos que a música permite. \nJana Janeiro\nJanaína Silva é belo-horizontina e trabalha no Inhotim há seis anos\, na área Educativa\, onde desenvolve formação com educadores e atividades para visitantes. É graduada em Gestão em Turismo pelo Centro Universitário Newton Paiva e pós-graduada em Gestão Cultural pelo Senac-SP. É cofundadora da Casa Quilombê\, projeto de intercâmbio cultural quilombola\, e criadora do projeto de afro-empreendedorismo Ateliê Pele Preta. \nIngressos Inhotim\nInteira: R$ 44\nMeia: R$ 22\nQuarta-feira (exceto feriados): gratuito \n*Moradores de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim não pagam entrada. \nInstituto Inhotim\nRua B\, 20 — Brumadinho/MG\nwww.inhotim.org.br\n31 3571-9700 | 31 3194-7300
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SUMMARY:A Maior Flor do Mundo
DESCRIPTION:O Teatro Marília recebe\, nos dias 11 e 12 de janeiro\, sábado e domingo\, às 16h30\, o espetáculo infantil “A Maior Flor do Mundo”\, da Reticências Produções. Adaptação da obra homônima do escritor português José Saramago\, a peça conta a história de um menino\, o menor de todos os habitantes de uma aldeia\, que tem a difícil missão de encontrar A Maior Flor do Mundo e\, assim\, salvar o planeta de uma série de desastres naturais. O espetáculo faz parte da 46ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança\, realizada pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc). Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro por R$44\,00(inteira) e R$22\,00(meia) e por R$20\,00 (preço único) nos postos de venda Sinparc ou pelo site www.vaaoteatromg.com.br. \nUm musical educativo e divertido que narra como o Menino\, para conseguir seu objetivo de encontrar “A Maior Flor do Mundo”\, tem que superar uma série de desafios\, como passar pelo Dragão da Poluição\, a Ninfa de Três Cabeças (representante máxima do consumismo); a Múmia Egoísta e o Gigante Vaidoso. Ao conseguir a transformação desses monstros\, o Menino\, enfim\, leva as gotas da fertilidade à flor\, salvando-a\, bem como ao mundo\, mostrando que o ser humano\, por mais fraco que seja\, pode alcançar alturas inimagináveis. \nNa direção\, o premiado dramaturgo Sérgio Abritta\, que também assina a adaptação do texto. As canções\, inéditas\, são de Paulinho Pedra Azul e Geraldinho Alvarenga. Os cenários são de Caio Prieto\, figurinos de Décio Noviello e projeções mapeadas de Fabiano Lanna. A produção é de Marcus Vinícius Loureiro e no elenco estão artistas de destaque da cena artística mineira\, como Fernanda Dias\, Lucas Rocha\, Pablo Petronilho\, Julianna Fernandez\, Danielle Fortunato\, Rafael Neves e Toninho da Cruz. \nReticências Produções Artísticas \nDesde 1976\, o Reticências – Núcleo de Artes Cênicas\, junto do seu fundador Marcus Vinícius Loureiro\, realiza montagens teatrais infantis e traz para o palco clássicos da literatura. Os textos são escolhidos cuidadosamente pelo grupo que optou\, desde a sua fundação\, por encenar espetáculos que aliem a beleza estética a uma proposta de reflexão. O objetivo é utilizar a magia do teatro como instrumento para que a criança possa ter uma percepção mais crítica sobre o mundo em que vive\, e também sensibilizar os adultos e ajudá-los a pensar o mundo que estão construindo. \n46ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança\nConhecida como um dos eventos mais tradicionais da cena cultural de Belo Horizonte e como uma das maiores ações de popularização das artes cênicas do país\, a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança chega a sua 46ª edição com diversas peças teatrais e musicais voltadas ao público adulto e infantil\, em vários palcos\, com ingressos vendidos a preços populares. A programação completa está disponível no site www.vaaoteatromg.com.br. \nServiço\nA Maior Flor do Mundo\nClassificação: livre\n11 e 12 de janeiro | sábado e domingo | 16h30\nTeatro Marília\nAvenida Professor Alfredo Balena\, 586 – Santa Efigênia\nIngressos: R$44\,00 (inteira); 22\,00 (meia) na bilheteria; e R$20\,00 (preço único) no postos Sinparc e site www.vaaoteatromg.com.br\nInformações para o público: (31) 3277-6319
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LOCATION:Teatro Marília\, Avenida Professor Alfredo Balena\, 586 – Santa Efigênia\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30130-100\, Brasil
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