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SUMMARY:Exposição Chichico Alkmim
DESCRIPTION:Toda a beleza e força do retrato social brasileiro foram registradas pelo fotógrafo mineiro Francisco Augusto de Alkmim\, cujas obras ocupam a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard\, no Palácio das Artes\, a partir de 9 de novembro. \nA aclamada exposição Chichico Alkmim\, Fotógrafo\, uma parceria com o Instituto Moreira Salles (IMS)\, possui curadoria do escritor e consultor de Literatura do IMS Eucanaã Ferraz\, e abrange todos os anos de produção do artista em Diamantina (MG). Em meio ao conjunto de 251 fotografias feitas durante a primeira metade do século passado\, a exposição perpassa a construção social\, racial e histórica do povo mineiro. \nHá quatro anos\, o acervo de Chichico – composto por mais de cinco mil negativos em vidro e fotografias originais de época – chegou ao Instituto Moreira Salles e foi exposto na capital carioca\, em 2017\, na mostra homônima que hoje chega à Minas Gerais. A exposição\, que também já passou pelo IMS São Paulo (São Paulo) e IMS Poços (Poços de Caldas)\, busca inserir o artista no âmbito dos grandes fotógrafos brasileiros. \nDe acordo com Eliane Parreiras\, presidente da Fundação Clóvis Salgado\, é grande o orgulho em receber um acervo dessa magnitude. “Temos imensa honra em receber o acervo desse importante artista mineiro e disponibilizá-lo para o público que\, certamente\, irá se identificar com a história do Chichico e\, principalmente\, com a forma como Minas Gerais é retratada em suas imagens”\, comemora. \nEliane Parreiras destaca também que a exposição Chichico Alkmim\, Fotógrafo é um marco histórico da retomada da parceria entre a Fundação Clóvis Salgado e o Instituto Moreira Sales\, que se desdobrará em várias ações a partir de 2020. \nA abertura da exposição\, no dia 8\, contará com atrações como a apresentação do Grupo de Choro Olho de Sogra\, a exibição do filme Terra deu\, terra come\, e a participação dos fotógrafos lambe-lambes Roberto e Ronaldo Silva\, que são irmãos e atuam há mais de 20 anos no Parque Municipal de Belo Horizonte. Os fotógrafos farão o registro do evento e entregarão as fotos instantaneamente. \nO filme Terra Deu\, Terra Come (2010)\, do mineiro Rodrigo Siqueira\, será exibido às 17h\, no Cine Humberto Mauro. O documentário narra a trajetória de Pedro de Alexina\, um dos poucos moradores da região do quilombo Quartel do Indaiá\, em Diamantina\, região onde Chichico Alkmim passou sua infância e juventude. O longa\, segundo Eucanaã\, possui forte relação com a exposição e a preservação da memória de Diamantina e seus arredores. \nFotografia e tradição – Além de casamentos\, velórios\, batizados\, entre outras inúmeras passagens que marcaram a vida do povo de Diamantina\, Chichico se dedicou a fotografar a vida musical da cidade. Na mostra\, serão expostos também cinco discos 78 RPM\, com as obras de compositores da época do Império\, como Ernesto Nazareth\, até canções do maranhense Catulo da Paixão. Os visitantes poderão ouvir as canções e observar os registros de seresteiros\, grupos de jazz\, estudantes de música e bandas escolares/militares fotografados pelo artista. \nSegundo Eucanaã Feraz\, Chichico dá continuidade à tradição de fotógrafos do século 19\, trabalhando em um diálogo com a linguagem tradicional fotográfica e adicionando sua contribuição pessoal em cada retrato. É essa contribuição que\, segundo o curador\, traz ao primeiro plano a vida dos modelos fotografados. “Há uma presença física\, psíquica e emotiva muito presente em todas as imagens”\, explica Eucanaã. \nAutodidata na fotografia\, Chichico estabeleceu-se em Diamantina no período em que a cidade já sofria com o intenso período de exploração garimpeira. Ensinou o que sabia a Assis Horta\, colega fotógrafo conhecido por retratar democraticamente trabalhadores que adquiriam\, pela primeira vez\, a carteira de trabalho\, cuja obra também foi apresentada no Palácio das Artes. Ao final de 2019\, é a vez do acervo do expoente da fotografia mineira\, celebrado desde a publicação de O olhar eterno de Chichico Alkmim (2005) – primeiro livro com as imagens do artista – ocupar a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard. \nO ateliê é o mundo – A exposição distribui a produção do fotógrafo cronologicamente\, convidando o expectador a explorar a composição da obra de Chichico\, que se tornou mais complexa ao longo dos anos. O primeiro momento da mostra reúne uma série de personagens fotografados em sua maioria individualmente\, de corpo inteiro\, apresentados ao visitante em tamanho real. Segundo Eucanaã\, as fotografias foram feitas somente em estúdio e ampliadas em grande dimensão\, criando a noção de frontalidade. É o cartão de visitas da exposição\, que segue ampliando a visão do fotógrafo e convida o visitante a adentrar no universo diamantinense. \nChichico nunca se limitou a retratar apenas a burguesia\, e teve como modelos os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo\, ao comércio e também à indústria. Eucanaã atribui destaque aos retratos dos ex-escravos e seus descendentes\, que passaram a se individualizar e a emergir nas fotografias feitas pelo artista. “Nas imagens produzidas por Chichico\, não há um vislumbre da imagem dos escravos pela ótica do exotismo\, de um exemplar racial submisso\, e sim pela capacidade de retrata-los como qualquer pessoa em seu ambiente de convivência”\, explica\, destacando a importância dos registros feitos em uma das cidades que abrigava o maior número de negros de Minas Gerais. \nO segundo passo da mostra também reúne fotografias feitas em estúdio\, em menor dimensão. Se na primeira passagem o visitante se depara com retratos individuais ou em dupla\, o segundo momento já reúne imagens de grupos maiores\, em cenas construídas com apuro no cenário\, no vestuário\, e grande técnica na captação da luminosidade natural. \nCrônicas do cotidiano – Chichico não se limitou a fotografias dentro do estúdio. É dessa capacidade de captar as cenas do dia a dia que se trata a terceira parte da exposição\, uma bela amostragem de imagens onde a cidade de Diamantina e seus arredores aparecem em paisagens. Nas fotografias\, quase nunca há ausência de figura humana\, e cada imagem se mostra como um conto. \nPosteriormente\, a mostra segue com fotografias selecionadas a partir da noção de montagem fotográfica. Diferente das imagens apresentadas na passagem anterior\, as fotografias dessa série utilizam a paisagem – comércio\, bares\, alfaiatarias\, festas – como um fundo\, e Chichico trabalha os elementos para que eles assumam a mesma lógica de composição das pinturas utilizadas ao fundo das imagens no estúdio. \nA última série da exposição convida o visitante a observar uma esplanada de rostos\, e\, possivelmente\, se identificar com eles: são retratos com expressões variadas\, com modelos de inúmeras constituições sociais. Segundo Eucanaã\, esse momento da exposição conserva um hábito praticado pelo fotógrafo. “Chichico aproveitava os negativos de vidro para realizar mais de uma fotografia. A revelação\, portanto\, continha mais de um retrato em uma só chapa”\, explica. A exposição mantém a imagem do negativo inteiro\, preservando a sensação de encontro entre diferentes fotografias – e\, ao mesmo tempo\, entre duas figuras distintas. Os rostos também estarão dispostos ao fundo da Grande Galeria\, em uma plotagem que reúne variadas fotografias posicionadas lado a lado. Com um efeito de transparência\, as imagens terão iluminação especial durante a noite. \n  \nFrancisco Augusto de Alkmim (1886-1978) – Francisco Augusto de Alkmim nasceu em Bocaiúva (Minas Gerais)\, filho de Herculano Augusto d’Alkmim e Luiza Gomes d’Alkmim. Em 1913\, casou-se com Maria Josephina Neta Alkmim\, com quem teve seis filhos. Aprendeu a fotografar no início da década de 1900 e em 1910 mudou-se para Diamantina\, instalando provisoriamente seu primeiro estúdio. Em 1920\, estruturou seu estúdio profissional e um laboratório fotográfico em sua residência. Utilizou principalmente negativos de vidro emulsionados com nitrato de prata. Aposentou-se em 1955\, aos 69 anos. \n  \nEucanaã Ferraz (1961-) – Poeta carioca que publicou os livros Desassombro (2002)\, Rua do mundo (2004)\, Cinemateca (2008)\, Sentimental (2012) e Escuta (2015). Para o público infanto-juvenil\, publicou Poemas da Iara (2008)\, Bicho de sete cabeças e outros seres fantásticos (2009)\, e Palhaço\, macaco\, passarinho (2011). É professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro e desde 2010 atua como consultor de literatura do Instituto Moreira Salles\, em São Paulo\, onde elabora publicações\, exposições\, debates\, cursos e espetáculos. Organizou\, entre outros\, os livros de Caetano Veloso\, Letra só (2001) e O mundo não é chato (2005); reuniu poemas e letras de canção na antologia Veneno antimonotonia (2005); após preparar a Poesia completa e prosa de Vinicius de Moraes (2004)\, passou a coordenar a edição das obras do poeta para a Companhia das Letras. Publicou\, na coleção Folha Explica\, o volume Vinicius de Moraes (2006). \nEste evento tem\, correalização da Appa – Arte e Cultura.
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SUMMARY:40° Natal do BH Shopping
DESCRIPTION:Quarenta anos de história e quarenta Natais realizados. A decoração que encantou a capital mineira em 1979 foi crescendo e se mantém referência entre os visitantes. E em 2019 não poderia ser diferente. No ano em que completa 40 anos\, o BH Shopping exibe sua maior decoração: Natal Nevado. \nSão cerca de 1.000 metros quadrados de luzes\, cores e muita neve. A ornamentação inédita na cidade\, assinada pela empresa especializada Tríade Cenografia\, é uma verdadeira experiência nos tons de verde\, vermelho\, dourado e branco. Com diversas atividades\, para todas as idades\, e o Mall está totalmente no clima natalino. \nA maior árvore de BH \n            Ao lado de fora é possível entender a grandiosidade da celebração. De presente para a capital\, o BH Shopping preparou a maior árvore de Natal de Belo Horizonte\, que pode ser vista de vários pontos da cidade. São mais de 40 metros de altura\, iluminados por cerca de 300 mil luzes. \nLocalizada no estacionamento do piso Mariana\, 4º andar\, a árvore tem uma programação especial para alternar as luzes\, com cores e símbolos e tornar as noites que antecedem o Natal mais mágicas. Ainda tem mais uma surpresa: os clientes poderão visitar a árvore por dentro e fazer fotos incríveis. \nDiversão na neve \nDiversão – e neve – não faltam. Há Pista de Patinação no Gelo\, Parque de Neve\, Casa de Gelo e Bosque Nevado. Os clientes podem se aventurar em família na pista de patinação com 270 metros quadrados. No Parque de Neve\, as crianças soltam a imaginação e criam o próprio boneco de neve em um espaço nevado. Já a Casa de Gelo\, disponibiliza espaços instagramáveis que reproduzem uma estação de ski. Além disso\, os visitantes têm à disposição o Bosque Nevado\, o Bondinho e o Parque dos Brinquedos. Destaque para o Bosque Nevado\, onde\, em horários determinados\, os clientes sentem a neve caindo sobre eles. Neve no meio da temporada primavera/verão! \nÁrvore musical \nA tradicional árvore interna de Natal do BH Shopping tem 13 metros de altura e está suspensa em um gazebo. Além da riqueza de detalhes\, com bolas e laços\, o cenário chama a atenção por conta de uma novidade: aos pés da árvore\, um coral virtual de crianças se apresenta periodicamente\, durante todos os dias da campanha\, com canções natalinas. Ainda é possível entrar na parte inferior da estrutura\, que reproduz um parque de neve.
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SUMMARY:Belo Horizonte 122 anos
DESCRIPTION:A Prefeitura de Belo Horizonte\, por meio da Secretaria Municipal de Cultura\, da Fundação Municipal de Cultura e da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte – Belotur\, realiza\, de 6 a 15 de dezembro\, programação cultural e turística gratuita de comemoração do aniversário de 122 anos da cidade. \nA programação é ampla: lançamento do Circuito Municipal de Cultura\, 6ª edição do Festival Descontorno Cultural\, Concerto da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Final Nacional do Duelo de MCs. Entre as atrações artísticas\, estão nomes como Jorge Ben Jor\, Rincon Sapiência\, Tamara Franklin\, Orquestra Ouro Preto e Pigmaleão\, Velha Guarda Musical de Vila Isabel\, Viluje\, Groove da Esquina\, Edu Pio\, Grupo Calangos\, Cia El Indivíduo\, Hot e Oreia\, Clara Lima e César MC. \nAs atividades turísticas incluem a inauguração de lunetas de observação na Pampulha\, city tours e palestra especiais e atividades do projeto Territórios Urbanos\, na Lagoinha. \nServiço\nAniversário de Belo Horizonte\nDe 6 a 15 de dezembro\nProgramação\n6 a 8 de dezembro – Descontorno Cultural e Circuito Municipal de Cultura\n6 de dezembro – Palestra ‘Belo Horizonte: 122 anos de História e Gastronomia’ na Sede da PBH\, às 10h\n7\, 8\, 14 e 15 de dezembro – City Tour: Belo Horizonte Surpreendente\n8 de dezembro – Orquestra Sinfônica de Minas Gerais no Parque JK\, às 11h\n10 de dezembro – Lançamento do projeto Territórios e Redes Criativas – ‘Painel Territórios Criativos e Redes’ na Sede da PBH\, às 18h30\n11 de dezembro – Lançamento do projeto Territórios e Redes Criativas – Rolezin Lagoinha\, às 8h30\n12 de dezembro – Lançamento do Circuito Municipal de Cultura apresenta performance em videomapping de VJ Suave e show de Jorge Ben Jor\n12 de dezembro – Inauguração de Lunetas na Orla da Lagoa da Pampulha\n14 e 15 de dezembro – Final Nacional do Duelo de MC’s\, na Praça da Estação\, às 13h\nConfira ainda a Programação Associada do Aniversário da Cidade\, com eventos de gastronomia\, cultura\, esportes e artesanato!
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SUMMARY:Workshop Jogando pra Valer
DESCRIPTION:Belo Horizonte receberá o workshop “Jogando pra Valer”\, que visa preparar atletas para o momento de transição quando encerrarem a carreira esportiva. A capacitação\, que também se estende para ex-atletas e outros profissionais do esporte\, ocorrerá os dias 6 e 7 de dezembro no Minas Tênis Clube I. Interessados podem se inscrever gratuitamente pelo site. As vagas são limitadas. \nO treinamento é calcado em três pilares. O primeiro é a construção da marca pessoal e profissional\, que acontece ainda na carreira esportiva e pode ser aproveitada pós-carreira. O segundo é o empreendedorismo\, porque há uma similaridade entre os perfis de empreendedor e de atleta. Por fim\, a inteligência emocional para desenvolver ou aprimorar as habilidades e usar as emoções a seu favor. \nA metodologia aplicada no workshop se reflete não só no futuro\, mas também no presente do atleta\, porque abrange o desenvolvimento cognitivo\, emocional\, comportamental\, social e organizacional do profissional. Assim\, tanto ele quanto o clube do qual faz parte podem se beneficiar agora com essa conscientização. Além de Belo Horizonte\, o workshop foi realizado em Uberlândia e acontecerá também em Araxá. \nO ex-jogador de basquete Luis Cambraia\, que atua como empresário há mais de 10 anos\, é um dos profissionais convidados para palestrar no workshop. Sua carreira esportiva durou 14 anos e ele montou sua empresa cinco anos antes de parar de jogar. Cambraia é credenciado como selecionador e facilitador/instrutor líder do seminário Empretec no Brasil – metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU) que busca desenvolver características de comportamento empreendedor e identificar novas oportunidades de negócios – e se especializou em inteligência emocional. \nServiço\nWorkshop Jogando pra Valer \nData: 6 e 7 de dezembro (sexta e sábado)\nHorário: das 8h30 às 18h30\nLocal: R. da Bahia\, 2244 – Lourdes – Minas Tênis Clube I\nMais informações e inscrições: www.jogandopravaler.com.br
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SUMMARY:Show CD “Azul Anil”\, de Nila Branco
DESCRIPTION:Após 10 anos sem se apresentar em Belo Horizonte\, a cantora mineira Nila Branco volta à cidade para o show de lançamento do seu novo CD\, ‘Azul Anil’\, 9º da sua carreira. O disco traz parcerias com compositores de diferentes regiões do Brasil\, como Bahia\, Tocantins\, São Paulo\, Goiás e da sua Minas Gerais. “Por sinal\, o grande desafio (e trunfo) deste álbum é a sua diversidade: alinhavar as canções e referências de compositores de diversas regiões\, com temperos diferentes\, ao meu trabalho”\, revela Nila Branco. O show já passou pelo interior de São Paulo\, Goiânia e Brasília. Em BH acontecerá no dia 07 de dezembro (sábado)\, às 19 horas\, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium. No palco\, Nila vai estar acompanhada do violonista Front Jr e contará com a participação de Eduardo Filizzola. \nPara Nila Branco\, voltar aos palcos mineiros é um resgate de toda a sua história. “A emoção é grande\, já que eu saí de Minas\, mas Minas nunca saiu de mim! É o retorno daquela velha garota do interior que nadava nos córregos e via o mundo das alturas dos pés de manga\, ouvindo os grandes do Clube da Esquina”\, relembra Nila. \nO single de estreia e música de trabalho\, “Jardim da Vida”\, já vem sendo executado nas principais rádios do país e se encontra disponível para streaming nas plataformas digitais. As músicas mostram a versatilidade da cantora (sua característica marcante)\, ao mesclar MPB\, pop e baladas. Uma das surpresas fica por conta da interpretação de “Cuidado”\, de Maura Matiuzzi\, uma rapper de Mogi Mirim. O disco traz\, no total\, 11 canções\, entre elas “Vedor D’água” (Beto Marcio)\, “Eu te amo” (Rafael Alves) e outras. \nNila explica que as canções retratam o cotidiano em provocações sobre as diferentes formas de amar\, “fachos de luz no inverno dos dias atuais”\, conforme define a cantora. “Azul Anil é um desfile de tendências e uma gama de cores\, misturadas. E eu entro como uma intérprete visceral\, multifacetada\, que cai bem com banda completa\, plugada\, com voz e piano\, com voz e violão. O disco cai bem para quem aprecia ouvir a boa música brasileira”\, diz a cantora. \nUm facilitador é que a artista\, sem se esforçar muito\, tem o dom de se apropriar de qualquer música que a ela se apresente. “Procurei minha onda\, sem querer rebuscar\, criar discurso\, parecer mais do que sou. Minha onda é esta e as músicas que escolho para cantar\, minhas ou não\, são canções simples como eu. Elas me refletem\, de algum modo”\, conta Nila\, que em 2020 irá sair em turnê pelo país\, passando pelo interior de São Paulo\, Salvador\, Recife e outras cidades do Nordeste. \nNo show\, Nila traz ainda uma nova roupagem para canções como “Amei Te Ver”\, de Tiago Iorc\, e “Anjos” (Pra Quem Tem Fé)\, do Rappa\, além dos sucessos “Chama”\, “Seus olhos”\, “Diversão e Farsa”\, temas de novelas da TV Globo\, Record e SBT. Sobre o nome do disco\, Nila Branco conta que traduz um novo momento da sua vida. “Azul Anil\, em sânscrito\, significa o céu pós-tempestade\, o azul da calmaria\, do contemplar. O azul do firmamento. Azul Anil\, Azul Nila.” \nNila Branco \nNasceu em Abaeté\, em Minas Gerais. A cantora iniciou sua carreira no final dos anos 1990\, quando lançou seu primeiro CD homônimo. Em seguida\, lançou mais cinco CDs e três DVDs. Após uma parada na carreira\, na qual dedicou seu tempo a novos projetos culturais\, criando trilhas sonoras para curtas metragens\, Nila resolveu se reinventar musicalmente\, se redescobrir e fazer\, enfim\, sua incursão nos estúdios como produtora. Daí nasceu o CD ‘Sete Mil Vezes’ (2015)\, que promoveu mudanças em sua trajetória: substituiu as guitarras pelos violões\, usou e abusou do baixo acústico\, bandolim\, trombone e outros instrumentos que nunca havia utilizado\, deixando o som mais orgânico\, mais vivo. Mudou o jeito de cantar\, ousou ao regravar ‘Mente\, Mente’\, da trilha sonora do clássico ‘Cidade Oculta (1986)\, dirigido por Chico Botelho\, e se aproximou definitivamente da MPB. Cantou suas canções\, ‘Aquele Beijo’ e ‘Bye\, Bye’ e se divertiu com a releitura de ‘Conga\, Conga\, Conga’. Nila considera o CD ‘Sete Mil Vezes’ (que virou DVD em 2015) um marco em sua carreira. “Era esse som que eu perseguia há tempos! Um amálgama de referências afetivas que me devolveu a alegria de cantar!” \nSERVIÇO\nShow CD “Azul Anil”\, de Nila Branco\nParticipação especial: Eduardo Filizzola\nDia 07 de dezembro (sábado)\, às 19 horas\nLocal: Teatro de Bolso do Sesc Palladium\nIngressos: R$ 40\,00 (inteira)\, R$ 20\,00 (meia)\, R$ 16\,00 (comerciários)\, R$ 32\,00 (usuário convencionado)\nVendas: nas bilheterias do teatro ou pelo site https://www.ingressorapido.com.br/\nInformações: (31) 3270-8100 | www.sescmg.com.br/sescpalladium/\nClassificação: livre\nDuração: 80 minutos
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SUMMARY:Espetáculo Tum\, Pá!
DESCRIPTION:Instrumentos de percussão estão entre os que mais conseguem envolver as pessoas\, com sons variados que ligam o emocional ao corporal em um só ritmo. Por isso\, não é à toa o crescimento do Movimento Alternativo de Percussão Popular\, que apresenta o espetáculo Tum\, Pá!\, sob a batuta do maestro Di Souza\, no dia 7 de dezembro\, no Sesc Palladium. \nO espetáculo\, que envolve mais de 200 pessoas\, traz instrumentos de percussão brasileira\, com foco na MPB. O repertório conta com sucessos de Luiz Gonzaga\, Gilberto Gil\, Marinês\, Ceumar\, Chico Buarque\, Mateus Aleluia\, entre outros. \nO espetáculo dará destaque para dois ritmos populares brasileiros e suas variedades\, elevando-os a gêneros musicais. A versatilidade do samba será apresentada por meio de partido alto\, samba afro\, samba duro\, samba de roda\, pagode\, samba canção e samba romântico. O forró também entra em destaque\, com o xaxado\, xote\, baião e arrasta pé. \nCom um forte diálogo entre os sons\, a montagem exibe a percussão brasileira em sua mais ampla diversidade. Por isso\, os instrumentos que estão presentes no palco vão desde os mais comuns aos mais inusitados. Os queridinhos do Carnaval\, como timbal ou tamborim\, conversam com ganzá\, repique berimbau\, xequerê\, atabaque\, conga\, bateria\, prato\, alfaia e muitos outros. \nAo longo do ano\, os alunos do Movimento Alternativo de Percussão Popular aprendem e estudam sobre percussão\, aprofundando nos ritmos populares brasileiros. Ao fim do ano\, todos são envolvidos na produção de um espetáculo único\, com uma série de números artísticos conectados pelas temáticas estudadas. \nO maestro e idealizador do espetáculo\, Di Souza\, explica que é uma oportunidade única para mais de 200 pessoas que não são músicos profissionais\, protagonizarem um espetáculo musical viverem esse momento como artistas. “Tem um valor social e terapêutico\, que condiz com o trabalho que é executado no Movimento\, elevando a autoestima das pessoas e estimulando a alegria\, o prazer e o lúdico por meio da arte”\, completa. \nMovimento Alternativo de Percussão Popular \nFundado em 2014 pelo artivista cultural e maestro Di Souza\, o Movimento Alternativo de Percussão Popular traz uma maneira lúdica de trabalhar a percussão e seus ensinamentos. O que começou com cinco pessoas\, hoje conta com mais de 200 participantes em um espaço localizado no bairro Floresta\, em Belo Horizonte. \nTrata-se de um método que foi idealizado por Di Souza a partir da experiência do maestro em eventos de rua (principalmente no Carnaval de BH onde foi figura importante para seu ressurgimento)\, projetos sociais e na universidade. \nA prática em conjunto é a principal ferramenta pedagógica do Movimento. Os encontros permitem vivenciar a cultura musical popular\, conhecer e tocar instrumentos variados e os participantes têm acesso a materiais didáticos e partituras com linguagem simplificada. \nSERVIÇO:\nEspetáculo Tum\, Pá!\nMovimento Alternativo de Percussão Popular\nDia: 7 de dezembro-sábado\nHorário: 20 horas\nLocal: Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima\, 420 – Centro\, Belo Horizonte)\nIngresso: R$15\nInformações: Facebook.com/percussaocircular\nInstagram.com/percussaocircular
URL:https://pordentrodeminas.com.br/evento/espetaculo-tum-pa/
LOCATION:Sesc Palladium\, R. Rio de Janeiro\, 1046 – Centro\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, 30190-006\, Brasil
CATEGORIES:Exposição
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