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SUMMARY:Alakazan - A Fábrica Magica
DESCRIPTION:Durante a curta temporada planejada pelo Circo dos Sonhos para Belo Horizonte\, houve fila de espera para grande parte das sessões. Pensando em atender esse público excedente\, a produção optou por dobrar suas apresentações durante a semana\, e mesmo assim não deu conta da grande quantidade de interessados em conhecer o universo de magia e fantasia do espetáculo Alakazan – A Fábrica Mágica. Devido a esse grande sucesso\, o Circo dos Sonhos decidiu prorrogar sua temporada em BH\, e seguirá em temporada até 13 de outubro\, com apresentações de terça a domingo. \n\nDirigido por Rosana Jardim\, o espetáculo conta com performances de grande impacto e números circenses de báscula\, contorção\, rola\, malabares\, monociclo\, equilíbrio no arame\, tecido aéreo\, faixa e muita palhaçada. Alakazan – A Fábrica Mágica traz à cena o duelo entre os personagens Alan e Kazani\, que disputam a atenção da pequena Ly\, a já conhecida menininha do Circo dos Sonhos. Ly é uma criança curiosa\, que toca e fotografa tudo ao seu redor. Em uma visita à Biblioteca\, ela é surpreendida por Alan\, que surge como num passe de mágica e lhe entrega um livro especial\, retirando o tablet de suas mãos. Encantada pelo livro\, ela pede que ele leia a história\, mas quando ele inicia\, é interrompido por um som de sinos. Quando os dois procuram de onde vem tal som\, surge Kazani\, que transporta todos para a Fábrica Mágica\, um universo fantástico onde tudo é possível. \n\nA cada badalar do sino e movimento das engrenagens\, Ly é transportada para outro universo com novas atrações\, sempre acompanhada pelo seu amigo Alan. Kazani não gosta da interação entre Alan e Ly e compete por sua atenção. Essa disputa irá seguir e se fortalecer até o último ato\, onde ocorre o confronto final\, quando Ly conseguirá transmitir aos dois o poder da amizade e união\, mostrando que é possível compartilharem suas habilidades\, assim como os livros e os tablets\, que compartilham seus conhecimentos com seus leitores. \n\nSobre o Circo dos Sonhos \nO Circo dos Sonhos pertence à família Jardim\, que tem mais de 30 anos de tradição circense. Foi fundado em 2004\, e já apresentou seus espetáculos para mais de 4 milhões de pessoas. Suas estruturas já visitaram diversos estados brasileiros\, encantando com os elogiados espetáculos “Circo dos Sonhos – O sonho vai começar”\, “Circo dos Sonhos no mundo da Fantasia” e “Quyrey\, uma aventura na selva”. Tendo como embaixador o artista Marcos Frota\, o Circo dos Sonhos possui atualmente duas lonas que circulam pelo país\, e conta com uma equipe de mais de 150 profissionais\, entre eles costureiras\, designers\, artistas plásticos\, produtores\, diretores\, marceneiros\, serralheiros\, figurinistas\, cenógrafos\, bailarinos\, coreógrafos\, acrobatas\, malabaristas\, palhaços\, trapezistas\, contorcionistas e produtores. \n\nAlém de produzir e levar entretenimento pelo país\, a Família Jardim possui grande expertise na realização de oficinas e treinamentos\, pois atua também em eventos corporativos\, palestras\, assessoria circense\, locação de tendas e tensionados. \n\nSobre o ator Marcos Frota \nEmbaixador do Circo dos Sonhos\, Marcos Frota é ator exclusivo da Rede Globo de Televisão desde 1983\, com mais de 30 papéis e destaque para as novelas “Cambalacho”\, “América”\, “O Clone”\, “A Próxima Vítima“ e “Mulheres de Areia”. Além de atuar\, Frota é Presidente Voluntário da Universidade Livre do Circo\, projeto social instalado na Quinta da Boa Vista com atendimento psicossocial e aulas de circo para 800 jovens de comunidades. \n\nFICHA TÉCNICA\nElenco: Trupe Circo dos Sonhos \nDireção Geral: Rosana Jardim \nProdução Executiva: Luiz Jardim\, Rody Jardim\, Rodrigo Frota\, Vicente Frota Neto e Asdrubal Savioli \nGerente de Produção: Andreza Nalini \nProdução Musical: Ricardo Fabio\nCoreografias: Marcello Ramos \nMaquiagem: Dark\nFigurinos: Andreza Nalini e Rosana Jardim\nCenografia: Wilson Melo \nIlustrações: Ment Ativa \n\nSERVIÇO \nO QUÊ: Alakazan – A Fábrica Magica \nQUANDO: Estreou no dia 05 de julho\, às 20h. A temporada segue de terça a sexta\, às 20h // Sexta\, sábado\, domingo e feriados às 16h\, 18h e 20h – Até 13 de outubro \nONDE: Belvedere – Trevo da Avenida Raja Gabaglia S/N – Divisa com a BR \nQUANTO: Setor Lateral – R$ 40\,00 (inteira) e R$ 20\,00 (meia entrada)*  – Sábados e Domingos \n                    Setor Frontal – R$ 60\,00 (inteira) e R$ 30\,00 (meia entrada)* – Sábados e Domingos \n                    Setor Lateral – R$ 30\,00 (inteira) e R$ 15\,00 (meia entrada)*  – Terça à Sexta \n                    Setor Frontal – R$ 50\,00 (inteira) e R$ 25\,00 (meia entrada)* – Terça à Sexta \n*Valor da meia entrada para crianças de 02 a 12 anos\, estudantes e pessoas com mais de 60 anos. \n\nVENDAS: Bilheteria do Circo – de terça a sexta\, das 13h às 20h \nCLASSIFICAÇÃO: Livre \nDURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 01h30 \nMAIORES INFORMAÇÕES: 11 2076 0087 – www.circodossonhos.com
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SUMMARY:Exposição Paul Klee – Equilíbrio Instável
DESCRIPTION:Reúne\, pela primeira vez na América Latina\, mais de 100 obras do suíço Paul Klee (1879-1940). A exposição conta com 16 pinturas\, 39 papéis\, 5 gravuras\, 5 fantoches e 58 desenhos\, além de objetos pessoais do artista. Ele transitou por diversos estilos\, como o Cubismo\, o Expressionismo\, o Construtivismo e o Surrealismo\, mas não cabe atribuir ao seu legado artístico nenhum em particular\, tendo alcançado uma notável expressão pictórica própria\, que reforçou seu papel central na história moderna da arte. \nPalestra\nOs visitantes poderão também acompanhar uma palestra gratuita com a curadora-chefe do Zentrum Paul Klee\, Fabienne Eggelhöfer\, em 28/08\, às 18h30. Ela irá falar ao público sobre a obra do suíço e a seleção de pinturas\, papéis\, gravuras\, desenhos e objetos pessoais pertencentes ao acervo da instituição em Berna\, na Suíça (cidade onde o artista passou parte de sua vida). O evento contará com tradução simultânea e retirada de senhas uma hora antes do início. \nServiço\nMostra Paul Klee – Equilíbrio Instável \nQuando: 28/08 a 18/11 \nHoras: 10h às 22 horas\, de quarta à segunda-feira. \nOnde: CCBB – Praça da Liberdade\, 450\, Funcionários \nQuanto: Entrada Gratuita
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SUMMARY:25ª CASACOR Minas
DESCRIPTION:A 25ª edição da CASACOR Minas será realizada entre os dias 03 de setembro e 13 de outubro\, no Palácio das Mangabeiras\, imóvel tradicionalmente utilizado como residência pelos governadores de Minas. A maior mostra de arquitetura\, design de interiores e paisagismo das Américas\, contará com 60 ambientes\, que serão assinados por 94 profissionais. O tema apresentado neste ano será “PLANETA CASA”. A ideia por trás desse conceito é fazer com que os frequentadores tenham uma reflexão sobre como a nossa relação com o mundo influencia o nosso jeito de morar. Atentos à questão da sustentabilidade\, diversos ambientes da mostra estão sendo construídos com técnicas que reduziram a geração excessiva de resíduos não só nos canteiros de obras\, mas também nos custos\, além de proporcionar maior agilidade na construção. \nCerca de 500 profissionais entre arquitetos\, design de interiores\, paisagistas\, pedreiros\, pintores\, marceneiros\, jardineiros e soldadores trabalham\, diariamente\, na construção e finalização dos ambientes\, que ocorrerá ainda nesta semana. Até o momento\, considerando todos os projetos\, foram investidos aproximadamente R$ 10 milhões apenas na área de construção civil. “Desse total\, contabilizamos cerca de R$ 4 milhões investidos nos jardins. Os outros R$ 6 milhões fazem parte da montagem das construções”\, destaca Eduardo Faleiro\, diretor da CASACOR Minas. Outro custo apontado por ele é o de manutenção do Palácio das Mangabeiras\, que chega a cerca de R$80.000\,00/mês. \nCom todo esse aporte financeiro\, além\, é claro\, do local escolhido para ser sede da mostra deste ano\, que será aberto pela primeira vez ao público\, faz com que a expectativa do número de visitantes da CASACOR Minas 2019 seja o maior da história do evento. De acordo com Juliana Grillo\, diretora comercial da mostra\, cerca de 70 mil pessoas são esperadas ao longo dos 40 dias de visitação. “Estamos radiantes com a oportunidade de comemorar 25 anos da CASACOR Minas em uma das construções mais emblemáticas do estado”\, comemora. \nE para conseguir atrair milhares de visitantes\, um time de peso formado por renomados profissionais e jovens talentos foi convocado para encantar os visitantes. Nomes como Flávio Bahia\, que esteve na primeira edição da mostra\, em 1995\, assim como Gustavo Penna\, Pedro Lázaro\, Estela Netto e Júnior Piacesi. Outros expoentes com diversas participações ao longo de suas carreiras e que também estarão no time de 2019 são: Mário Caetano\, Ângelo Coelho\, Cristina Morethson\, Juliana Vasconcellos e Valéria Junqueira. \nSoma-se ao elenco Rodrigo Aguiar\, Will Lobato\, Rodrigo Castro\, Rodrigo Maakaroun\, Sílvia Carvalho\, Luis Gustavo\, João Lucas\, Joana Hardy\, Antônio Valadares\, Tereza Valadares\, João Diniz\, Bel Diniz\, José Lourenço\, Mariza Rizck Magalhães\, Felipe Fontes\, Betina Marques\, Gabriel Passos\, Túlio Manata\, Fernanda Boratto\, Vera Valenzuela\, Nagela Rigueira Aud\, Wanderlan Pereira\, Lucas Lage\, Andréia \nCampolina\, Bárbara Drummond\, Carolina Melgaço\, Cynthia Silva\, André Prado\, Paula Zasnicoff\, Tina Barbosa\, Júlia Belisario\, Carol Horta\, Filipe Pederneiras\, Karina Polatscheck\, Érika Steckellberg\, Graziela Costa\, Kívia Costa\, Mira Mundim\, Renata Paranhos\, Sheila Mundim\, Juliana Couri\, Maria Gabriela Nogueira\, Natacha Nacif\, Felipe Soares\, Renata Basques\, Érika Viana\, Flávia Freitas\, Flávio Lobato\, Erly Hopper\, Evaldo Rios e Maluh Amorim. \nEntre os estreantes desta edição estão Marina Diniz\, Paula Guimarães\, Nídia Duarte\, Carla Cruz\, Rita Cruz\, Philipe Pinheiro\, Letícia Longuinho\, Carolina Campos\, Maria Clara\, Igor Zanon\, Daniel Tavares\, Marcus Paschoalin\, Bárbara Barbi\, Murad Mohamad\, Jéssica Sarriá\,Uriel Rosa\, Filipe Castro\, Atamar Lorrani\, Francisco Mascarenhas\, Carol Quinan\, Andréa Pinto Coelho\, Mário Caetano\, Aline Castro\, Natália Freitas e Laura Penna. \nDestaques\nRecuperar parte da história da obra feita por um mestre do paisagismo. Esse é o desafio que é Nãna Guimarães se propôs a realizar na mostra deste ano. A profissional é a responsável pelo Jardim Burle Marx. A cena\, que terá aproximadamente 400 metros\, visa restaurar o projeto inicial assinado por Burle Marx nos jardins do Palácio das Mangabeiras. Para recriar parte desse ambiente da década de 1950\, ela conseguiu obter seis espécies de plantas nativas brasileiras utilizadas por famoso paisagista: a Guaimbé\, Camará\, Bela Emília\, Trapoeraba Roxa\, Giesta e Agave. \nPresente pela primeira vez na mostra\, Janaína Pacheco é a responsável pela arquitetura do projeto Casa dos Eucaliptos. O trabalho é feito em parceria com Maurício Bonfim\, que assina todo o design de interiores e mobiliário do local. O conceito da casa é o de ser um ambiente totalmente integrado à natureza\, uma vez que o espaço possui uma estrutura metálica com panos de vidros cercado por uma pequena floresta de eucaliptos. Dentro do ambiente\, ainda será possível encontrar três modelos da espécie\, que foram integradas ao projeto\, além da oportunidade de contemplar a vista das montanhas. Espelhos serão colocados na natureza para fazer com que as pessoas olhem para si\, em uma profunda ligação com o meio ambiente. \nCom aproximadamente 250m²\, o espaço Living\, assinado pela arquiteta Estela Netto\, foi construído por meio da técnica construtiva em treliça metálica espacial e steel framing. Esse procedimento também gerou menos resíduo e maior celeridade na edificação. O projeto possui Home Cinema\, Espaço Gourmet\, Adega e Lounge da Lareira. O conceito do ambiente é de ser de um espaço totalmente voltado para o lazer e diversão\, seja em uma reunião familiar ou encontro entre amigos. São destaques da cena a entrada de luz natural\, que ocorre através de um pergolado e grandes vãos de vidro\, o uso de materiais e texturas naturais\, além da inserção de tecnologia no espaço\, que é totalmente automatizado através da iluminação e sonorização. \nEm sua quarta participação na CASACOR\, Flávia Roscoe assina o projeto Suíte do Governador. O conceito da montagem do ambiente nasceu da seguinte reflexão feita por ela: “O que é ouro para você?”. Essa observação tem como objetivo apontar as responsabilidades que os políticos que ocuparam o local possuíam\, não no sentido material\, mas no de valorizar o que é do povo\, no verdadeiro propósito de habitar aquele espaço. \nOs visitantes encontrarão\, ao longo do ambiente\, tons discretos em dourado\, uma mesa de trabalho\, uma poltrona de leitura de frente para uma bela vista\, uma mesa para tomar o café da manhã\, um painel atrás da cama que remete à época da construção da casa na década de 1950\, além de várias obras de arte. A ideia é criar a sofisticação e a leveza do acolhimento em um mesmo local. \nNorah Fernandes e a estreante Bárbara Nobre são as responsáveis pelo projeto Gabinete. Por meio de uma pesquisa realizada para entender como era o uso do local\, além de valorizar os objetos originais da década de 1950\, as profissionais optaram por contar a história do lugar por meio da decoração. Peças como um painel e uma sanca de iluminação de estrutura metálica daquela época foram restauradas. Um sofá do período também será instalado no ambiente. Para trazer contemporaneidade\, móveis no estilo Hi-Tech\, como cadeiras ergonômicas\, irão compor a cena. O grande diferencial é que o público encontrará um novo conceito de layout para escritório. \nO Pavilhão Office\, assinado por Fernanda Villefort\, traz a concepção de espaço corporativo onde a afetividade ganha espaço e aproxima o usuário de elementos multissensoriais. O ambiente propõe um percurso em forma de galeria para contemplação e comunicação com a arte\, além de uma setorização integrada entre três esferas: BUSINESS (reuniões/conexão com o outro) + MEETING (treinamento / palestras / conexão com o mundo) + COWORKING (trabalho individual / conexão consigo mesmo / foco). Uma grande bancada de apoio serve para oferecer desde o típico cafezinho até o atual happy hour. Já na parte da arquitetura\, a proposta é de trabalhar com materiais naturais e muita integração entre o interior e o exterior. Para isso\, foi criado um invólucro em aço corten com faixas ritmadas e intercaladas com o vidro incolor para gerar sensações e intensidades de luz também variadas. Há ainda a presença de um jardim vertical natural que dialoga com o entorno e enfatiza a importância da conexão com a natureza. \nUm espaço de pesquisa e de descobertas. Assim\, Ana Bahia e Sarah James descrevem o projeto Cozinha Funcional. O objetivo foi criar um espaço propenso às experiências\, sejam elas sensoriais ou espaciais. A cena propõe diversas maneiras de uso e ocupação do local\, como aulas de culinária\, jantares\, palestras e reuniões ao ar livre. Um dos pontos altos do ambiente é o design de mobiliário feitos com materiais como ônix\, inox\, pedra sabão e feltro\, que serão utilizados de uma maneira inusitada. A arquitetura foi pensada como um bloco cujos ângulos não retos provocam diferentes visadas a cada ponto de partida. \nPreservação e patrimônio\nO convênio de cooperação celebrado em junho entre o Estado e a Codemge destaca a importância da adequada manutenção e preservação do Palácio das Mangabeiras\, que tem projeto inicial de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer\, com jardins planejados pelo paisagista Roberto Burle Marx. Além do evento\, a proposta é que a CASACOR promova benfeitorias\, obras de infraestrutura\, restauro\, recuperação\, manutenção e vigilância do espaço a ser ocupado por ela durante o período médio de seis meses ao ano\, pelos próximos quatro anos. \nDurante a 25ª edição da mostra\, o público vai poder conferir o resultado do trabalho\, promovido pela CASACOR\, de resgate e restauro do projeto paisagístico e arquitetônico do Palácio. Uma parte do jardim\, inclusive\, já poderá ser vista com as espécies originais\, em \nconformidade com o desenho de Burle Marx. Para Eduardo Faleiro\, o evento é uma oportunidade de abrir a porta de edifícios emblemáticos\, que todos têm vontade de conhecer. “Só valorizamos aquilo que conhecemos. Então\, temos uma luta muito grande na valorização do patrimônio histórico e consideramos a importância de que a população conheça\, entre\, entenda a beleza e ajude\, de uma forma conjunta\, a preservar mais o que ainda nos restou de memória da cidade”\, conclui. \nSustentabilidade\nEncarregada pela gestão dos resíduos gerados na CASACOR\, a Aterra é a parceira sustentável da CASACOR Minas e atende a todos os projetos desta edição. A empresa é responsável pela correta destinação de rejeitos de obra. Todo o material recolhido até o momento está sendo destinado a um aterro de resíduos da Construção Civil – Classe A\, que tem como característica reutilizar ou reciclar os sedimentos condicionados. De acordo com o diretor operacional da instituição\, Bruno Giovannini\, foram recolhidas até o momento 61 toneladas de resíduos\, sendo 70% de entulhos/podas de árvores e plantas\, 10% de papelão\, 8% de metais e 12% de outros materiais. Esse volume de detritos representa 47% do total dos sedimentos retirados na mostra de 2018\, quando foram coletados 13.000kg de entulhos\, 1.902 kg de papelão\, 1.493kg de metalon\, 102kg de plástico e 3.000kg de entulho reaproveitado. A expectativa é de que até o final da mostra deste ano\, quando ocorrerá a desmontagem de todos os ambientes\, sejam recolhidas 200 toneladas de rejeitos. Os materiais de revestimentos de parede e pisos serão destinados a projetos sociais. Destaca-se ainda a parceria com a Optpower\, empresa encarregada por fornecer toda a energia elétrica da mostra\, por meio de placas fotovoltaicas\, transformando a mostra em um ambiente sustentável\, também\, em termos de energia. \nSobre o Palácio das Mangabeiras\nInaugurado oficialmente em 1955\, o Palácio das Mangabeiras foi construído entre 1951 e 1955 para ser a residência oficial dos governadores de Minas Gerais. A edificação vem sendo utilizada para esta finalidade desde a sua inauguração\, ocorrida durante o governo de Juscelino Kubitschek. Tudo indica que o projeto arquitetônico é assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Já o projeto paisagístico original é de Roberto Burle Marx\, duas grandes referências em suas áreas de atuação. Localizado aos pés da Serra do Curral\, o Palácio segue o estilo modernista. Apesar de não ter as dimensões que outros palácios tradicionais da cidade como o da Liberdade\, por exemplo\, o Palácio das Mangabeiras tem uma importância histórica para a política de Minas Gerais\, sendo palco de inúmeras reuniões e encontros decisivos. \nSobre a CASACOR Minas\nA CASACOR é reconhecida como a maior e melhor mostra de arquitetura\, design de interiores e paisagismo das Américas e reúne\, anualmente\, renomados profissionais. Em 2019 chega à sua 25a edição em Minas Gerais e com mais de 20 eventos nacionais (Alagoas\, Bahia\, Brasília\, Campinas\, Ceará\, Espírito Santo\, Goiás\, Interior de SP\, Litoral de SP\, Mato Grosso\, Mato Grosso do Sul\, Minas Gerais\, Pará\, Paraná\, Pernambuco\, Rio de Janeiro\, Rio Grande do Norte\, Rio Grande do Sul\, São Paulo e Santa Catarina) e seis internacionais (Miami\, Peru\, Chile\, Equador\, Bolívia e Paraguai). \n\n\nServiço\n\n\n\n\n\nDe terça-feira a sexta-feira – das 15h às 22h\nSábado – das 12h às 22h\nDomingo – das 12h às 19h\nEntrada R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) – Compra de ingressos no site da Casa Cor
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SUMMARY:Circuito Gastronômico da Pampulha 2019
DESCRIPTION:É para comemorar! O Circuito Gastronômico da Pampulha (CGP) completa 10 anos de vida e promete uma edição ainda mais suculenta e com muitas atrações para o público aproveitar ao máximo. Em 2019\, o projeto será mais abrangente\, com várias ações de fomento à gastronomia e cultura do estado. O tema escolhido para a edição comemorativa de 10 anos foi a Serra da Mantiqueira\, que serviu de inspiração para os chefs dos 16 restaurantes participantes criarem seus pratos especiais e inéditos\, disponíveis até o dia 11 de outubro. \nNesses 10 anos\, o CGP mostrou na gastronomia toda a riqueza de Minas Gerais e colecionou grandes números. Foram mais de 160 mil participantes\, 800 publicações na imprensa\, mais de 90 mil pratos consumidos e mais de cinco milhões de reais movimentados. Felipe Risola\, gestor do evento\, fala dessa conquista: “Fazemos um trabalho com muita dedicação\, para que toda a riqueza da gastronomia mineira\, por meio do conhecimento e dos pratos elaborados pelos chefs do Circuito\, possa chegar ao público e agregar ao calendário cultural de Belo Horizonte”. \nComo é de costume e expectativa de todos\, os pratos são inéditos e criados especialmente para o Circuito\, inspirados na Serra da Mantiqueira. Para isso\, entre os dias 23 e 26 de junho\, foi realizada uma expedição gastronômica por diversas cidades da região\, para que os chefs pudessem conhecer e garimpar ingredientes para suas criações especiais. Marcelo Haddad\, proprietário do Paladino e gestor do Circuito\, coloca a importância desse posicionamento do Circuito: “Nós estamos buscando\, cada vez mais\, desenvolver os pratos pensando na experiência do cliente\, mais sustentáveis e conceituais. É pensar a receita\, usar ingredientes regionais\, e o tema da Mantiqueira abriu um leque enorme de sabores para o Circuito nesse ano”. \nSão 16 restaurantes participantes com receitas exclusivas: Amadís\, Anella Ristorante\, Casa do Chef\, Dal Grano\, Degraus Espaço Gastroculinário\, Do Peixe\, La Palma\, Maria das Tranças\, Mineiros Beer\, Mister Art Empório Cervejeiro\, Paladino\, Soul Jazz Burguer\, SushiNoto\, Tudo na Brasa\, Único Pampulha e Xapuri. \nNa edição comemorativa\, o Circuito traz novidades para o público com um formato diferente. Os pratos serão servidos individualmente com preços mais acessíveis\, não tendo necessidade de cupons ou de se ter um acompanhante. Outra ótima novidade é a distribuição de um brinde exclusivo criado pela Greco Design. A cada três restaurantes visitados\, a pessoa carimba o seu guia disponível nas casas e ganha o jogo com três porta-copos.“O Circuito Gastrônomico acontece em uma região privilegiada\, que recebeu em 2016 o título de Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. Ao convidarmos o Gustavo Greco\, damos início à coleção Objetos da Pampulha\, que contará com peças com criações inspiradas nesse fabuloso conjunto arquitetônico\, que tão bem representa a capital mineira”\, afirma Flávia Botelho\, gestora do Circuito. \nE tem mais! Em várias casas\, há a harmonização do prato com as cervejas especiais da Eisenbahn\, cortesia na primeira unidade para o cliente ao pedir o prato do CGP. Heitor Silva\, embaixador da marca\, aceitou o desafio de traduzir os sabores da Mantiqueira\, identificando qual dos 12 rótulos melhor acompanha cada receita do Circuito. \n“A ideia é buscar abrilhantar os ingredientes e preparos dos chefs em cada prato participante do Circuito com os diferentes estilos de nossas cervejas. Eu\, como embaixador Eisenbahn\, fico muito feliz em poder assinar essas harmonizações e realizar ações durante o evento”\, comenta Heitor. Basta consultar no site www.circuitogastropampulha.com.br quais restaurantes do CGP estão participando da promoção. E a votação para o melhor prato se mantém e pode ser feita no mesmo site. \nParticipe do Circuito Gastronômico da Pampulha e aproveite para conhecer o entorno privilegiado. A igreja de São Francisco de Assis\, conhecida como Igrejinha da Pampulha\, o Cassino que funciona como Museu de Arte da Pampulha\, a Casa do Baile\, que atualmente é o Centro de Referência em Urbanismo\, Arquitetura e Design de Belo Horizonte e o Iate Tênis Clube são marcos da cidade\, construídos na gestão de Juscelino Kubitschek na prefeitura de BH entre 1942 e 1943. \nSeleção dos restaurantes \nAmadís\nNome do prato: Sol de Amantikir\nDescrição: costela de boi ao tempero de rub\, guarnecida com nhoque de três queijos da serra ao creme de palmito e pétalas de cebola regadas ao molho de mirtilo com morango e vinho\nValor: R$ 54\nIngredientes da Mantiqueira: queijo\, mirtilo\, morango\, café\, vinho\nRelação do prato com o tema da edição: conta uma lenda que o sol se apaixonou por uma formosa índia. A lua sentindo que perdera seu amor para uma mulher\, foi contar a Tupã\, que com indignação mandou que se levantasse a mais alta montanha. Ali ficaria confinada a bela índia\, fora do alcance do sol. Desde então\, a índia chora dias e noites com saudade do sol e suas lágrimas enchem os veios da montanha\, transbordando e formando rios\, cachoeiras e nascentes. Assim surgiu o nome Amantikir ou Mantiqueira\, que quer dizer “Serra que Chora”. No prato\, o sol é representado pelo nhoque de três queijos da Serra e a costela de boi retrata a imponente montanha que chora. As pétalas de cebola simbolizam as águas (rios\, cachoeiras e nascentes)\, tão presentes nessa região.\nChef responsável: Fabrício Marcelino \nAnella Ristorante\nNome do prato: Mares de Minas\nDescrição: ravióli de queijo da Mantiqueira ao molho de cogumelos da serra\nValor: R$ 59\nIngredientes da Mantiqueira: queijo da Mantiqueira e cogumelo da serra\nRelação do prato com o tema da edição: valorizando a região da Mantiqueira\, o Anella usou ingredientes característicos para lembrar e celebrar esta maravilha. Mares de Minas foi o nome escolhido\, onde as montanhas são as ondas rodeadas pelo belo mar verde.\nChef responsável: Paolo Peluso \nCasa do Chef\nNome do prato: Moqueca da Mantiqueira\nDescrição: moqueca composta por lombo de tilápia ao estilo do chef\, pinhão\, banana da terra\, queijo da Mantiqueira\, urucum\, azeite doce\, acompanhada de arroz com queijo minas e farofa vermelha de hibisco\nValor: R$ 66 (prato para duas pessoas)\nIngredientes da Mantiqueira: pinhão\, azeite\, queijo e hibisco\nRelação do prato com o tema da edição: O Sul de Minas é caracterizado pelo clima gelado\, portanto\, saborear um prato que eleva a temperatura do corpo e ao mesmo tempo expressa no paladar uma grande porção do que tem na região da Mantiqueira\, é a proposta do chef Ozeas Gonzaga ao explorar o que viu de melhor nas fazendas\, restaurantes e povoados visitados na expedição realizada na Serra da Mantiqueira. Destaque para uma deliciosa farofa vermelha\, isso mesmo\, onde o hibisco é o ingrediente da vez.\nChef responsável: Ozeas Gonzaga \nDal Grano\nNome do prato: Tornedor Core Di Palma!\nDescrição: parpadelli de pupunha com cogumelos frescos\, acompanhado de filé ao molho de vinho e queijo canastra\, finalizado com funghi porcini e amêndoas laminadas\nValor: R$ 45\nIngredientes da Mantiqueira: queijo Canastra\, vinho e amêndoas\nRelação do prato com o tema da edição: Do coração da Itália para a travessia da Mantiqueira\, o prato foi inspirado pela harmonia de sabores e ingredientes tradicionais das duas regiões – queijo e vinho\, pupunha e cachaça\, carnes e temperos – Tornedor Core Di Palma!\nChef responsável: Alessandro Costa \nDegraus Espaço Gastroculinário\nNome do prato: Mantiqueira – Sabor nas Alturas\nDescrição: carré de vitelo suíno grelhado\, com batata gratinada e queijo D’ Alagoa\, em cama de mostarda na manteiga e couli de amora picante\nValor: R$ 39\,90\nIngredientes da Mantiqueira: queijo D’ Alagoa\, manteiga e amora\nRelação do prato com o tema da edição: A Mantiqueira abriga grande parte das montanhas mais altas do Brasil e desafia até os aventureiros mais experientes. Por outro lado\, a riqueza daquelas terras é um “prato cheio” para a imaginação dos chefs. É dessa dualidade que nasce o prato: alinhando o ensejo de desbravar à diversidade da gastronomia\, com foco na amora (fruta abundante na região) e no queijo local. Uma homenagem à altura dos que ousam trilhar novos caminhos e sabores.\nChef responsável: Eduardo Queiroz \nDo Peixe Restaurante\nNome do prato: Truta Catarina\nDescrição: truta ao molho de castanhas\, guarnecida com purê de aipim e pinhão da Mantiqueira\, acompanhado de salada de couve e arroz branco\nValor: R$ 89\,90 (prato para duas pessoas)\nIngredientes da Mantiqueira: truta\, aipim e pinhão\nRelação do prato com o tema da edição: A união da memória afetiva\, entre a culinária catarinense trazida pelos proprietários do Do Peixe Restaurante e o desafio aflorado na expedição\, para a criação de um prato com insumos da Mantiqueira\, levou a estabelecer uma conexão entre as regiões e os sentimentos\, resultando na escolha dos ingredientes – a Truta e o Pinhão.\nChefs responsáveis: Rubia Rodrigues e Ricardo Vieira \nLa Palma\nNome do prato: Berço das Águas\nDescrição: truta grelhada com farofa de biju\, ao molho de uva com cachaça\, acompanhada de nhoque de taioba e champignon\nValor: R$ 52\nIngredientes da Mantiqueira: biju\, cachaça\, uva e truta\nRelação do prato com o tema da edição: O prato escolhido é uma homenagem às águas da Mantiqueira e aos inúmeros rios existentes na região\, que é por isso conhecida como “abrigo das nascentes”. Por isso escolhemos a truta\, um dos peixes mais presentes na região.\nChef responsável: Naiara Faria \nMaria das Tranças\nNome do prato: Frango com Fubá Branco\nDescrição: frango ensopado no fubá branco cremoso\, acompanhado de arroz com alho frito e cheiro verde\, servido com farofa agridoce de maçã com azeite de oliva e castanhas do Pará\nValor: R$ 67 (prato para duas pessoas)\nIngredientes da Mantiqueira: fubá branco e azeite de oliva\nRelação do prato com o tema da edição: Fubá de cor branca e sabor delicado\, feito em moinho d’água\, que remete ao aroma histórico do Sertão da Mantiqueira.\nCozinheiro responsável: Perboar Rodrigues de Castro Neto \nMineiros Beer\nNome do prato: Jabutiporco da Serra\nDescrição: costelinha suína\, coberta com geleia de jabuticaba da Mantiqueira\, com crocante de abobrinha\nValor: R$ 49\,90 (prato para duas pessoas)\nIngredientes da Mantiqueira: costelinha da região da Serra da Mantiqueira e geleia de jabuticaba\nRelação do prato com o tema da edição: A tradicional e celebrada comida mineira fundamenta a identidade cultural e histórica dos tropeiros na Serra da Mantiqueira\, com suas iguarias e originalidade. Pratos criados a partir do contexto rural\, baseados em combinações marcantes e únicas. Sabores que desafiam a imaginação e remetemo paladar às mais deliciosas experiências que só Minas pode oferecer!\nChef responsável: Catarina Oliveira \nMister Art\nNome do prato: Ouriço da Mantiqueira\nDescrição: barcas de jiló recheadas com carne de porco da Serra da Mantiqueira\, empanados na farofa crocante de torresmo e regadas com molho de mostarda e mel da Mantiqueira\nValor: R$ 32 (pratos para duas pessoas)\nIngredientes da Mantiqueira: mel e carne de porco da Mantiqueira\nRelação do prato com o tema da edição: Um petisco que resgata a tradição dos típicos ingredientes mineiros e as particularidades da região da Serra da Mantiqueira. Utiliza-se o tradicional jiló\, carne de porco e farofa de torresmo\, além de especiarias encontradas na região\, como a mostarda e o mel.\nChef responsável: Renato Lobato \nPaladino\nNome do prato: Brochete da Mantiqueira\nDescrição: brochete de fraldinha Angus\, redução de cáscara (casca do café)\, gratinado de legumes com o queijo Casamenteiro e farofa de banana\nValor: R$ 68 (pratos para duas pessoas)\nIngredientes da Mantiqueira: queijo Casamenteiro do Laticínios Cruzília e cáscara de Santa Rita do Sapucaí\nRelação do prato com o tema da edição: Um prato criado em cima da vivência na expedição à Serra da Mantiqueira. Um clássico\, dos grandes hotéis de Caxambu e São Lourenço\, repaginado com ingredientes incríveis de produtores locais atuais. A cáscara\, de Santa Rita de Sapucaí e o queijo Casamenteiro\, de Cruzília\, dão o tom e fazem da receita única.\nChef responsável: Marcelo Haddad \nSoul Jazz Burger\nNome do prato: Balaio\nDescrição: pão de cerveja com café recheado com carne de lata de costelinha suína\, pesto de pinhão e basílico\, tomate italiano defumado\, manteiga de alho assado e queijo de Medeiros maturado maçaricado. Acompanha porção de fritas\nValor: R$ 32\nIngredientes da Mantiqueira: queijo Canastra de Medeiros com 45 dias de cura\, cerveja\, café\, carne de lata\, pinhão e azeite\nRelação do prato com o tema da edição:Balaio é a junção de elementos fortes da Mantiqueira em um sanduíche que preserva sabores únicos e te carregam ao interior. Os ingredientes podem ser distinguidos em cada mordida e\, no final\, o gostinho de café fica na boca\, como aquele da boa prosa em mesa farta.\nChef responsável: Ribert Adami \nSushiNoto\nNome do prato: Fonte da Vida\nDescrição: ceviche de salmão\, temaki assado\, recheado com shimeji na manteiga\, cream cheese e alho poró. Gratinado de truta\, sobre berço de batatas\, pimentões e queijo parmesão. Batata empanada com queijo parmesão\, torresminho de salmão skin e licor de café. Gunkan de salmão ao molho de pêra. Chá de hibisco com pasta flora de marmelo.\nValor: R$ 49\nIngredientes da Mantiqueira: truta\, licor de café\, shimeji\, marmelo\, hibisco\, pêra e uva\nRelação do prato com o tema da edição: O prato representa o “Paraíso das Águas”. A Serra da Mantiqueira\, com suas águas terapêuticas\, é fonte de vida\, de felicidade\, de alegria\, de prazer…\nChef responsável:Ingrid Noto \nTudo na Brasa\nNome do prato: Tornedor da Mantiqueira\nDescrição: tornedor com mix de cogumelos\, arroz de montanha\, banana assada\, gergelim e aroma de alfazema\nValor: R$ 37\,50\nIngredientes da Mantiqueira: banana\, pinhão\, alfazema e azeite\nRelação do prato com o tema da edição:O prato traz à tona ingredientes presentes na Serra\, que são utilizados pelos habitantes locais\, como o shitake\, encontrado no Refúgio do Shitake; o arroz de montanha que lembra as serras e contém castanhas da região; e o aroma de alfazema\, um tipo de lavanda presente no Lavandário\, um dos principais charmes da Mantiqueira.\nChef responsável: Luiz Ney \nÚnico Pampulha\nNome do prato:Um Brinde à Serra que Chora\nDescrição: costelinha suína confitada com redução de barbecue de café\, quenelles de mandioca cremosa empanada no queijo parmesão montanhês Capa Preta\, acompanhada de risoto de castanhas com cubos de queijo D’Alagoa e couve rasgada. Acompanha drink da Mantiqueira.\nValor: R$ 45\nIngredientes da Mantiqueira: queijo parmesão Capa Preta\, de Cruzília\, mandioca\, Queijo D’Alagoa\, azeite\, pinhão\, café\, água gasosa de São Lourenço e frutas vermelhas da região\nRelação do prato com o tema da edição:Um brinde aos pequenos\, porém grandiosos produtores da Mantiqueira e seus municípios\, que trabalham e resistem em sua tradição\, levando produtos regionais\, seus aromas e sabores para o Brasil e o mundo e trazendo o mundo para dentro de Minas.\nChef responsável: DavidGarandy \nXapuri\nNome do prato: Polpetone do Matutu\nDescrição: polpetone de blend de carnes de dianteiro bovino e suíno\, recheados com queijos da Mantiqueira cozidos no molho ao sugo\, acompanhado por arroz cremoso de limão e requeijão e abóbora pescoço glaceada.\nValor: R$ 49\,90\nIngredientes da Mantiqueira: queijos da Mantiqueira\nRelação do prato com o tema da edição:Inspirado em um almoço no Vale do Matutu\, realizado durante a expedição\, onde foram servidas almôndegas com abóbora pescoço e outros ingredientes da Mantiqueira.\nChef responsável: Flávio Trombino \nCircuito Gastronômico da Pampulha 2019\nInformações completas: https://www.circuitogastropampulha.com.br/
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SUMMARY:Museu do Videogame Itinerante
DESCRIPTION:Um dos principais eventos de videogames do país chega pela primeira vez a Belo Horizonte neste ano\, tendo como sede o Minas Shopping. De 14 a 29 de setembro\, o Museu do Videogame Itinerante vai apresentar gratuitamente ao público cerca de 300 consoles de diversas gerações. Além de observar as raridades\, os interessados poderão se divertir com as diversas atrações do Museu. Entre elas estão simuladores de corridas\, torneios de jogos antigos e atuais\, controles gigantes\, áreas PlayStation VR\, Nintendo Switch e XBox One X\, concurso de cosplay e torneio de Just Dance 2019. \nQuem visitar o Minas Shopping durante o período encontrará grandes clássicos do videogame\, como o primeiro console fabricado no mundo: o Magnavox Odyssey\, de 1972. Os visitantes também vão interagir com alguns dos principais consoles da história\, como o Telejogo Philco-Ford\, Atari 2600\, Odyssey\, Nintendinho 8 bits\, Master System\, Mega Drive\, Sega CD\, Super Nintendo\, entre outros mais recentes. \nPara os fãs de games mais atuais\, não faltarão opções. O Museu Itinerante do Videogame no Minas Shopping inclui a exposição das novidades do PlayStation 4\, do Xbox One X e do Nintendo Switch. O evento também terá o Just Dance\, simulador que desafia o jogador a imitar os movimentos da tela. O concurso de cosplay será outra atração\, que visa estimular a criatividade dos visitantes ao eleger os participantes que se caracterizarem da melhor forma como seus personagens preferidos dos universos ficcionais. \nSegundo o gerente-geral do Minas Shopping\, Fábio Freitas\, essa é uma oportunidade de aproximar gerações e de trazer à capital mineira uma atração diferente. “Essa é a primeira vez do Museu Itinerante do Videogame em Belo Horizonte e nos sentimos honrados por sediar um evento desse porte. Temos certeza de que os visitantes de todas as idades vão se encantar com os artigos em exposição\, que evocam nostalgia e bons momentos”\, declara. \nMuseu do Videogame Itinerante\nQuando? 14 a 29 de setembro \nOnde? Minas Shopping (av. Cristiano Machado\, 4000 – União\, Belo Horizonte) \nQuanto? Evento GRATUITO \nMais informações? Acesse aqui
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SUMMARY:Exposição Paisagens Minerais
DESCRIPTION:A ação criadora de Sérgio Marzano é conduzida pela mineiridade e mineralidade. Em processo artesanal\, o artista extrai dos minerais o pigmento utilizado na pintura de seus quadros e transpõe o fascínio causado pelas paisagens mineiras para suas telas. A própria terra desenha e pinta as obras de Marzano\, que poderão ser vistas de perto a partir do dia 18 deste mês\, até o dia 20 de outubro no MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal. Além dos quadros\, a mostra expõe o material bruto utilizado para a feitura das tintas\, bem como as ferramentas que auxiliam no processo. \n“A arte de Sérgio Marzano incorpora os diversos elementos e tons da natureza mineral em um esplendor visual fascinante que impacta profundamente aqueles que têm a oportunidade de ver uma de suas obras”\, assim define o geólogo Marcelo A. Martins Neto. Para chegar neste resultado\, o artista vai a campo explorando os arredores de Belo Horizonte e seu Quadrilátero Ferrífero a procura de sua matéria-prima: minerais\, pedras\, arenito\, grafite\, areia\, óxido de ferro\, etc. Os materiais são usados em seu estado bruto\, triturados ou peneirados. \nUma vez colhido o material\, a peneira se torna a ferramenta principal. Com os quatro elementos: água\, terra\, ar e fogo – presentes na obra\, o artista conduz sua criação junto com o acaso\, formando testemunhos e registros do solo. Na sua pesquisa\, encontrou raízes\, galhos e fungos que o inspiraram a criar objetos cujo volume e jogo de luz e sombras acabaram se tornando traço marcante. Na sua inquietação artística\, Marzano sentiu a necessidade de diversificar\, produzindo também esculturas e outros objetos. \nO dinamismo e criatividade do artista não se limitam ao que a natureza por si só pode oferecer. Recentemente ele descobriu materiais e pigmentos de cores diversas\, obtidos através do processamento em laboratório da UFMG de rejeitos de mineração de ferro da Gerdau e incorporou estes materiais em sua arte. O resultado de todo este processo criativo poderá ser visitado gratuitamente pelo público no período da exposição. \nSOBRE SÉRGIO MARZANO\nNascido em Conselheiro Lafaiete\, em 09/06/1965\, Sérgio Luiz Marzano concluiu o curso de administração de empresas na FUMEC\, em Belo Horizonte\, em 1988. Passado um tempo\, já como autônomo\, se matriculou em disciplinas isoladas na Escola Guignard (UEMG). Numa revista da biblioteca da escola viu uma foto de um artista trabalhando com uma peneira. Isso lhe chamou a atenção para a possibilidade de trabalhar com minerais. Até então\, trabalhava com uma desempenadeira. E\, daí em diante\, começou a usar pó de ferro junto com pó de mármore\, o que desencadeou sua pesquisa constante com rejeitos de minério\, pedras\, arenito\, grafite\, areia\, óxido de ferro. Assim\, considera-se autodidata. No final de 1999 e início de 2000\, quando uma galeria de arte se interessou pelos seus trabalhos\, resolveu se instalar num ateliê e passou a se dedicar exclusivamente à arte. Participou de exposições individuais e coletivas. Seus trabalhos se encontram no Brasil e no exterior. \nServiço\nQuando: 18/09 a 20/10\, de terça a domingo\, das 12H às 18H e\, nas quintas-feiras\, das 12H às 22H. \nOnde: MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal. Prédio Rosa da Praça da Liberdade\, sn\, Funcionários\nEntrada Gratuita
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SUMMARY:Sempre Um Papo com Heloisa Buarque de Holanda
DESCRIPTION:Heloisa Buarque de Holanda é a convidada do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento de seus três recentes livros “Onde é que eu estou? – Heloisa Buarque de Hollanda 8.0” (Organizado por André Botelho\, Cristiane Costa\, Eduardo Coelho e Ilana Strozenberg)\, “Pensamento Feminista Brasileiro: formação e contexto” e “Pensamento Feminista: Conceitos fundamentais”\, ambos editados pela Bazar do Tempo. O evento será no dia 24 de setembro\, terça-feira\, às 19h30\, na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes\, com entrada gratuita. \n“Onde é que eu estou? – Heloisa Buarque de Hollanda 8.0” \nEm 60 anos de carreira e 80 de vida\, Heloisa Buarque de Hollanda já deixou importantes marcas na cultura brasileira: revelou importantes poetas\, discutiu o pensamento feminista de forma pioneira\, chamou a atenção para a pulsante produção cultural das periferias\, questionou e atualizou o papel da universidade e do intelectual no Brasil. Ensinou\, debateu\, filmou\, escreveu\, editou\, desafiou\, mudou\, criou\, escutou. Sempre atenta ao novo e ao outro\, a escuta talvez seja sua característica mais marcante: é o que fica claro na entrevista que abre o livro. A obra reúne também uma série de textos de sua autoria\, escritos em diferentes momentos de seu percurso intelectual. Neles\, Heloisa debate os temas e personagens de sua eleição e paixão; desde a roupa criada para que Rachel de Queiroz – a primeira escritora eleita para a Academia Brasileira de Letras – pudesse participar da cerimônia de posse\, passando por uma análise sobre as diferenças e semelhanças entre a literatura e a poesia marginais\, os caminhos e descaminhos da literatura digital e apresentando ainda suas leituras no campo dos estudos culturais – área na qual é referência incontornável\, como ensaísta\, crítica e professora de Teoria da Cultura\, função que exerce há cinco décadas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Vida e pensamento de juntam em um livro que é testemunho\, memória e celebração de Heloisa Buarque de Hollanda em sua versão 8.0. “Rever a trajetória intelectual de Heloisa é constatar sua contribuição para a inteligibilidade do novo\, para a ampliação do campo da cultura no Brasil e para o reconhecimento dos seus diferentes atores sociais”\, define André Botelho\, no ensaio que fecha a edição. \n“Pensamento Feminista Brasileiro Formação e Contexto”\nOs anos 1970\, período que podemos identificar como o de formação das teorias feministas no Brasil\, foi também o ponto de ebulição dos movimentos feministas no mundo. Se nesse momento\, lá fora\, as mulheres se uniam para lutar contra a discriminação sexual e pela igualdade de direitos\, impulsionadas pelas utopias da década anterior\, por aqui era preciso se posicionarem contra a ditadura militar e a censura\, em um duro combate pela redemocratização do país\, pela anistia e por condições básicas de vida. Não é estranho notar\, portanto\, que em boa parte dos textos reunidos nesta edição – de dezenove autoras –\, a conjuntura política brasileira não se apresente apenas como pano de fundo\, se impondo como fator determinante das próprias definições temáticas e abordagens dos estudos datados desses anos\, em que o feminismo brasileiro se formava entre o ativismo e a necessidade de novas reflexões\, circulando em grupos informais\, centros de estudos e movimentos sociais – muitas vezes vinculado ao Partido Comunista e à Igreja Católica progressista\, instituição particularmente importante enquanto oposição ao regime militar. Pois é nesse ambiente que despontaram intelectuais dispostas a inaugurar uma nova área de estudos no país\, criando um campo próprio de saber voltado para as pesquisas sobre a mulher. Se por um lado essas pioneiras\, em sua maioria ligadas às áreas das ciências sociais e da história\, acompanhavam as demandas teóricas da esquerda\, paulatinamente foram incorporando em suas investidas acadêmicas temáticas específicas como planejamento familiar\, violência doméstica\, sexualidade\, saúde da mulher e a as variadas instâncias onde se manifestavam as desigualdades de gênero. A partir dos anos 1980\, não foi possível silenciar vozes que se impunham demandas específicas\, sobretudo as das mulheres negras\, momento em que se destacam algumas das intelectuais mais singulares desse contexto\, que fizeram da interseccionalidade um tema definitivo no debate feminista brasileiro. Como explica a organizadora da obra\, Heloisa Buarque de Hollanda\, também ela personagem dessa história\, este livro tem como missão reunir as contribuições seminais que emergiram entre os anos 1970 e 1990\, e seus reflexos ainda no começo do século XXI\, e que possibilitaram a existência de um pensamento feminista no Brasil\, consolidado a partir do empenho e do trânsito dessas mulheres entre a universidade\, a militância e a política. \nParece fundamental no contexto atual\, em que os estudos feministas e também o ativismo ganham espaço no país\, que os nomes dessas importantes pensadoras brasileiras afirmem seu lugar para as novas gerações\, a partir do conhecimento e reconhecimento de uma atuação que entende os estudos feministas como um campo de contínua expansão\, afirmação e resistência. As autoras reunidas são: Albertina de Oliveira Costa\, Angela Arruda\, Beatriz Nascimento\, Branca Moreira Alves\, Bila Sorj\, Carmen Barroso\, Constância Lima Duarte\, Cynthia Sarti\, Heleith Saffioti\, Jacqueline Pitanguy\, Leila Linhares Barsted\, Lélia \nGonzalez\, Lourdes Maria Bandeira\, Margareth Rago\, Maria Betânia Ávila\, Maria Odila Leite da Silva Dias\, Mary Castro\, Rita Terezinha Schmidt e Sueli Carneiro. \nPensamento Feminista – Conceitos Fundamentais \nSe hoje ideias como lugar de fala\, teoria queer e decolonialismo ganham espaço nas reivindicações feministas contemporâneas\, elas tiveram sua origem em pesquisas e teorias desenvolvidas ao longo das últimas décadas por estudiosas e ativistas como Teresa de Lauretis\, Donna Haraway\, Maria Lugones\, Nancy Fraser\, Sandra Harding\, Judith Butler\, Gloria Andalzúa\, além de brasileiras como Lélia Gonzales e Sueli Carneiro. É nesse eco de construções e indagações\, dos anos 1980 até os dias de hoje\, que acompanhamos a consolidação de um importante campo de saber. A missão deste livro é\, portanto\, a de facilitar o estudo das tendências teóricas e o avanço dos trabalhos acadêmicos e políticos em torno da questão de gênero\, tema tão amplo quanto polêmico e fundamental no contexto atual. \nOrganizado por Heloisa Buarque de Hollanda\, ela mesma referência no campo dos estudos feministas no Brasil\, tendo sido responsável pela edição no país de obras importantes como Tendências e Impasses\, o feminismo como crítica da cultura (1994)\, em que apresentava alguns desses textos e autoras de forma pioneira\, a presente coletânea reúne dezenove ensaios\, tendo seu ponto de partida nos anos 1980\, momento em que a própria ideia de gênero se consolida em suas abordagens mais relacionais e culturais\, de que são exemplo trabalhos como os de Joan Scott\, Nancy Fraser\, Sandra Harding e Monique Wittig. Em um segundo momento\, ainda na década de 1980\, as reinvindicações específicas ganham espaço e a interseccionalidade\, atualmente tão presente nas pautas feministas\, se destaca nas vozes contestatórias de Audre Lorde\, Patricia Collins\, Gayatri Spivak\, Lélia Gonzales e Sueli Carneiro. Já no século XXI\, em uma frente mais radical\, se enunciam os conceitos contemporâneos de contrassexualidade\, queer\, sexopolítica\, em que Judith Butler e Paul Beatriz Preciado se destacam como tendência revolucionária\, atravessando os campos da teoria e da política. \nComo a organizadora explica em seu texto introdutório\, se essa seleção teve como mote a vontade de compartilhar uma experiência intelectual pessoal\, pensando no tempo presente e nas novas gerações que se formam e se articulam\, ela revela também\, na própria escolha e articulação dos artigos\, a necessidade de fazer um alerta: “que o feminismo do século XXI coloque na agenda a urgência do questionamento das tão perigosas quanto dissimuladas tecnologias de produção das sexualidades e a responsabilidade de recusar qualquer hierarquia ou prioridade na luta contra a opressão de todas as mulheres\, em suas mais diversas características de gênero\, raça\, etnia ou religião.” \nHeloisa Buarque de Hollanda \nHeloisa nasceu em Ribeirão Preto\, São Paulo\, e se mudou para o Rio de Janeiro ainda na infância. Formada em Letras Clássicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)\, é mestre e doutora em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)\, com pós-doutorado em Sociologia da Cultura na Universidade de Columbia\, Estados Unidos. É professora emérita da Escola de Comunicação da UFRJ\, dedicada aos estudos culturais\, com ênfase nas teorias críticas da cultura\, tendo ainda importante atuação como crítica literária\, ensaísta\, antologista e editora. Na UFRJ criou em 2009 a Universidade das Quebradas\, com o intuito de integrar à universidade os conhecimentos e experiências das periferias. É autora de livros como Macunaíma\, da literatura ao cinema (1978)\, Impressões de viagem (1992)\, e organizadora de obras como 26 poetas hoje (1976)\, Tendências e impasses – O feminismo como crítica da cultura (1994)\, Explosão feminista (2018\, Pensamento Feminista brasileiro e Pensamento Feminista: conceitos fundamentais (2019). \nServiço:\nSempre Um Papo com Heloisa Buarque de Holanda\nDia 24 de setembro\, terça-feira\, às 19h30\, na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes\, – Avenida Afonso Pena 1537\, Centro/BH – entrada gratuita.\nInformações: 31 32611501 – www.sempreumpapo.com.br
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